| Processo: | 14/12632-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Quantitativa |
| Pesquisador responsável: | Gabriel Henrique Marroig Zambonato |
| Beneficiário: | Daniela Munhoz Rossoni |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/14295-7 - Modularidade e suas consequências evolutivas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Morfometria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biologia comparativa | Genética quantitativa evolutiva | Integração morfológia | Morfometria | Evolução |
Resumo Eu possuo uma base de dados bastante representativa da diversidade de morcegos da Família Phyllostomidae: são 35 medidas cranianas de 2696 indivíduos, abrangendo todas as subfamílias, e representando ao todo 58 espécies e 54 gêneros. Para 48 espécies há número suficiente de indivíduos para gerar matrizes de covariância e de correlação com confiança, e para as 10 espécies restantes é possível trabalhar diretamente com a média dos caracteres. Essa base de dados morfométricos possui alcance filogenético suficiente para permitir análises comparativas de modularidade e da evolução média dos caracteres. Existem questões no campo da biologia evolutiva e da genética quantitativa que pretendo explorar nos próximos anos, utilizando essa base de dados. Essas questões estão relacionadas: (1) ao papel relativo da seleção natural e da deriva genética na diversificação craniana do grupo; (2) à detecção de irradiação adaptativa usando os critérios propostos por Schluter (2000); (3) às linhas de menor resistência evolutiva (Schluter, 1996), avaliando sua associação com a magnitude (intensidade de associação entre os caracteres) e o ritmo da mudança evolutiva; (4) às taxas de diversificação e expansão de nichos alimentares em morcegos filostomídeos. Eu tenho trabalhado com a linguagem de programação R desde 2012, e nas análises dos dados da minha tese de doutorado utilizei o ambiente de programação estatística R (R Development Core Team, 2010) e o software de análise estatística SYSTAT 11 (SSPS Inc., 2004). (AU) | |
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