Busca avançada
Ano de início
Entree

Cimentos de ionômero de vidro restauradores modificados com nanocristais de celulose: avaliação da liberação de fluoreto

Processo: 14/23924-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2015
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Maria Fidela de Lima Navarro
Beneficiário:Lívia Yukari Shimohara
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Flúor   Dentística   Celulose   Nanotecnologia

Resumo

O cimento de ionômero de vidro modificado com nanocristais de celulose (CIVNCC) aumentou significativamente a resistência mecânica do cimento de ionômero de vidro convencional restaurador (CIV), usado rotineiramente na clínica odontológica. A capacidade de resistência mecânica é um requerimento importante para um material, porém é importante ressaltar que os íons F- liberados gradativamente pelo CIV, conferem ao material propriedade anticariogênica, prevenindo a instalação de novas lesões cariosas. Assim, nosso objetivo é modificar diversas marcas comerciais de cimento de ionômero de vidro restaurador de baixa, média e alta viscosidade com nanocristais obtidos da celulose de eucalipto, avaliar a liberação de F- dos compósitos desenvolvidos e caracterizá-los através de microscopia eletrônica de varredura (MEV), espectroscopia de dispersão da energia de raios-X (EDS), difração de raios-X e espectroscopia de infravermelho por transformada de Fourier (FTIR). Corpos de prova (cps) com diferentes concentrações de NCC no total de sua massa serão confeccionados, obtendo-se os grupos experimentais dos diferentes cimentos ionoméricos restauradores testados. Setenta corpos de prova (cps) de cada um dos grupos teste, bem como dos respectivos controles, serão confeccionados utilizando-se uma matriz metálica de 11,0 mm de diâmetro e 3 mm de espessura. Depois da presa dos cimentos, os cps serão pesados e distribuídos aleatoriamente em grupos experimentais de Grupo Teste (n=10) e de Grupo Controle (n=10), de acordo com os tempos pré-determinados (1, 6, 12, 24, 72, 168 e 336 horas) para a análise da liberação de F-. Os cps serão imersos em 10 ml de água deionizada, suspensos por meio de fio de nylon em tubos falcon vedados e identificados, a 37°C. A concentração de F- será mensurada através do eletrodo íon específico, acoplado a potenciômetro. Os resultados obtidos serão convertidos em µg e submetidos ao teste estatístico apropriado (paramétrico ou não paramétrico) (p<0,05).