Busca avançada
Ano de início
Entree

Isótopo de oxigênio (18º) com ferramenta na avaliação de transformações de fósforo no solo

Processo: 15/21726-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de janeiro de 2016
Vigência (Término): 14 de janeiro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:José Lavres Junior
Beneficiário:Joaquim José Frazão
Supervisor no Exterior: Federica Tamburini
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa : Swiss Federal Institute of Technology Zurich, Suíça  
Vinculado à bolsa:13/22173-4 - Métodos isotópicos (32P), bioquímicos e fisiológicos na avaliação agronômica de fertilizantes organominerais granulados pelas culturas do milho e da soja, BP.DR
Assunto(s):Fosfatos

Resumo

A maioria dos solos no mundo possui baixa disponibilidade de fosfato (Pi), a qual limita o crescimento das plantas. Dentre os compartimentos de fósforo (P) no solo, o P imobilizado por microorganismos se destaca pela sua importância na ciclagem de P no solo bem como pela função de reserva de reserva de P para as plantas. Nesse contexto, fungos micorrízicos (FM) tem apresentado efeitos benéficos na absorção de Pi pelas plantas, por meio de processos de mineralização/solubilização no solo e por permitir as plantas explorarem maiores volumes de solo. Após ser absorvido pelos FMs, o Pi é incorporado como polifosfato na hifa que, posteriormente pode ser hidrolisado a Pi e finalmente absorvido pelas raízes das plantas. Entretanto, estudos sobre a contribuição do P encontrado em hifas de FMs para a nutrição de plantas ainda são incipientes. Isso é devido principalmente às dificuldades metodológicas, necessárias para elucidar com maior precisão o efeito dessa reserva de P. Nesse contexto, a utilização de isótopos estáveis em fosfato (18O-P) permite determinar precisamente a origem do P acumulado na planta. Isso é possível por que o P é sempre ligado a átomos de oxigênio em Pi e somente processos biológicos podem modificar a assinatura de 18O em fosfato. Nessa estudo, nosso objetivo PE avaliar se 18O-P é uma ferramenta viável para determinar e quantificar polifosfato presente em FMs. Para isso, serão conduzidos três ensaios descritos a seguir: 1 - determinar a melhor dose de enriquecimento de 18O em fungos de solo; 2 - Avaliar se existe diferenças na assinatura isotópica de 18O em fungos saprofíticos presentes em solos agrícolas e florestais e, 3 - Avaliar se exite variações na assinatura isotópica de 18O entre fungos ectomicorrízicos e fungos micorrízicos arbusculares. Os resultados desses três experimentos permitirão obter informações relevantes sobre a eficiência do traçador isotópico 18O-P na avaliação de transformações de polifosfato no sistema solo-planta. Ainda, permitirá avaliar se há variações na assinatura isotópica de 18O-P entre diferentes grupos de fungos encontrados em solos florestais e agrícolas.

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.