| Processo: | 15/17373-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Pontillo |
| Beneficiário: | Edione Cristina dos Reis |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Flagelina Células dendríticas Imunogenética HIV-1 Imunoterapia Inflamassomos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Célula dendrítica | Flagelina | Hiv-1 | imunoterapia | inflamassoma | Imunogenética |
Resumo A resposta imune inata conta com receptores de reconhecimento de padrões (PRRs) para detectar assinaturas patogênicas desencadeando respostas celulares que levem ao controle da infecção e indução de uma resposta adaptativa. Dentre os PRRs destacam-se os receptores do tipo Toll-like (TLRs) e os receptores do tipo Nod-like (NLRs). Devido a sua capacidade de estimular as células dendríticas (DC), agonistas de TLR tem sido utilizados como adjuvantes em imunoterapias baseadas em DC. Entre os antagonistas de TLRs tem sido sugerido que a flagelina poderia ser um adjuvante importante em imunoterapias. Apesar de vários estudos em modelos experimentais, não existem publicações sobre o uso de vacinas com a flagelina como adjuvante em humanos. Todos esses estudos sobre flagelina focam no poder de ativação da flagelina através dos TLRs, no entanto alguns NLRs também podem ser implicados no efeito de alguns adjuvantes. Recentemente foi reportado que monócitos e macrófagos humanos também respondem à flagelina ao aumentar a secreção de IL-1ß e que DC de pacientes HIV+ não possuem a capacidade de ativar o inflamassoma. Visto que a flagelina está sendo estudada como possível adjuvante em diversos estudos de imunoterapia, pela capacidade de ativar a imunidade inata e levando em consideração a falta de ativação do inflamassoma por agonistas do NLRP3 em DC de pacientes HIV+, esse projeto propõe a avaliação da capacidade da flagelina em ativar as DC de pacientes HIV+ através da estimulação do inflamassoma. Sendo assim, nosso objetivo é caracterizar células dendríticas derivadas de monócitos de indivíduos infectados pelo HIV-1 frente à flagelina com relação a aspectos fenotípicos e funcionais e avaliar se essas células são capazes de ativar o inflamassoma. | |
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