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Variação espácio-temporal no espectro de cores de flores conforme a visão dos polinizadores

Processo: 15/10754-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2016
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia
Pesquisador responsável:Leonor Patricia Cerdeira Morellato
Beneficiário:Maria Gabriela Gutierrez de Camargo
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/21646-0 - Relações ecológicas no tempo e no espaço: padronização de sinais florais em espécies congêneres, BE.EP.PD   17/01663-4 - Análises das cores das flores de uma comunidade de campo rupestre conforme o sistema de visão dos polinizadores, BE.EP.PD
Assunto(s):Fenologia   Polinização   Cerrado   Comunicação visual

Resumo

A cor das flores é considerada um dos principais meios de comunicação entre as plantas e seus polinizadores. A diversidade de cores das flores pode ser resultado da pressão seletiva exercida pelos polinizadores, que apresentam uma variada gama de sistemas visuais, diferindo na forma de percepção e seleção das cores. Entretanto, a diversidade das cores pode variar no tempo e no espaço, afetando a distribuição de recursos para visitantes florais e influenciando a comunicação visual das plantas com seus visitantes. Essa variação está diretamente relacionada à composição e à estrutura da vegetação e pode ser um fator determinante em ambientes naturalmente heterogêneos, como os campos rupestres. Essa vegetação representa um mosaico vegetacional característico de regiões montanhosas, com alta diversidade de espécies e elevado grau de endemismo, oferecendo um ambiente natural único para investigar a diversidade dos padrões de cores das flores e sua importância na conexão espácio-temporal das espécies na paisagem. Neste projeto, propomos avaliar as cores de flores de espécies que ocorrem no mosaico de vegetações dos campos rupestres da cadeia do Espinhaço (Serra do Cipó, MG) conforme o sistema de visão dos polinizadores, buscando responder: (i) qual o padrão de cores dessas vegetações e se a diversidade espácio-temporal de cores difere conforme os tipos de vegetação e o gradiente altitudinal; (ii) se a combinação de atrativos visuais (relacionados às cores) e não-visuais das flores está associada aos vetores de polinização e se esses atrativos apresentam sinal filogenético; e (iii) quais os possíveis filtros ambientais desses traços funcionais das flores em um contexto espacial e filogenético. Esperamos que a diversidade e composição das espécies de plantas, o ambiente e os sistemas de polinização afetem o padrão espácio-temporal de cores de flores dos diferentes tipos vegetacionais dos campos rupestres

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