| Processo: | 16/03610-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2018 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Teoria Literária |
| Pesquisador responsável: | Orna Messer Levin |
| Beneficiário: | Renata Romero Geraldes |
| Instituição Sede: | Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/07342-9 - A circulação transatlântica dos impressos: a globalização da cultura no século XIX, AP.TEM |
| Assunto(s): | Teatro brasileiro Século XIX Abolicionismo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | abolicionismo | Arthur Rocha | Século XIX | Teatro brasileiro | Letras |
Resumo Esta pesquisa se propõe a estudar a dramaturgia do gaúcho Arthur Rodrigues da Rocha (1859 - 1888) para além da província do Rio Grande do Sul, focalizando a circulação e recepção das peças a partir do seu envolvimento com os ideais abolicionistas. Embora estivesse inserido no meio intelectual e artístico do Rio Grande do Sul e fosse conhecido no país, a obra de Arthur Rocha não consta atualmente das Histórias do Teatro Brasileiro. Filho único de um mulato envolvido com as artes cênicas, ele seguiu os passos do pai, conciliando a vida de escritor com a profissão de redator de importantes periódicos na sua terra natal. Como dramaturgo, teve um papel relevante no movimento abolicionista, a partir da década de 1870, participando de sociedades culturais e abolicionistas, como a Sociedade Parthenon Litterario. Suas peças foram encenadas e publicadas durante o século XIX. O sucesso nos palcos se deve primordialmente à interpretação da atriz Julieta dos Santos, que excursionou pelas províncias de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Maranhão e Pará. Esse projeto de pesquisa pretende analisar a representação do negro nos dramas O Filho Bastardo (1876), José (1878), Deus e Natureza (1882), A Filha da Escrava (1883) e Os Filhos da Viúva (1884), situando Arthur Rocha no repertório abolicionista de sua época. A metodologia do trabalho, na perspectiva da História Cultural, lança mão de fontes primárias, tais como catálogos de livreiros, anúncios de espetáculos e textos críticos veiculados na imprensa, a fim de reconstituir as circunstâncias de criação, circulação e recepção das peças de teor antiescravagista. | |
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