| Processo: | 16/10280-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | José Carlos Farias Alves Filho |
| Beneficiário: | Luis Eduardo Alves Damasceno |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08216-2 - CPDI - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Autoimunidade Imunofarmacologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autoimunidade | Eae | Linfócitos Th17 | Pkm2 | Reprogramação metabólica | Imunofarmacologia |
Resumo Nos últimos anos, um importante destaque tem sido dado aos linfócitos Th17 para o desenvolvimento e manutenção da inflamação associada à autoimunidade. Assim, a identificação de alvos celulares que modulem a diferenciação e função destas células podem proporcionar novas abordagens terapêuticas para tratamento das doenças autoimunes. Neste sentido, evidências recentes têm demonstrado que os linfócitos Th17 sofrem uma reprogramação metabólica durante a sua diferenciação. Esta reprogramação envolve o aumento da expressão de genes envolvidos com a via glicolítica, promovendo um aumento da glicólise aeróbica, um fenômeno descrito em células tumorais conhecido como efeito de Warburg. A piruvato quinase M2 (PKM2) é uma enzima que regula a etapa final da glicólise, originando ATP e piruvato a partir de seu substrato fosfoenolpiruvato (PEP). Interessantemente, determinados estímulos de ativação celular podem induzir a expressão, fosforilação e mudança conformacional da PKM2, a qual adquire capacidade de translocar-se para o núcleo e atuar como proteína quinase, fosforilando fatores de transcrição, como o STAT3, e/ou atuando como um coativador transcricional do HIF-1±. Neste sentido, tem sido demonstrado que STAT3 e HIF-1± desempenham papel crítico na diferenciação de células Th17. Entretanto, não há relatos na literatura sobre o papel da PKM2 na diferenciação de Th17 células, nem o seu envolvimento em doenças autoimunes. Assim, o presente projeto propõe investigar o papel da PKM2 na diferenciação de linfócitos Th17 e na patogênese da encefalomielite autoimune experimental (EAE). | |
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