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Variáveis cataclísmicas magnéticas: evolução secular com o código BSE e modelagem de emissão com o código CYCLOPS

Processo: 17/14289-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Estelar
Pesquisador responsável:Cláudia Vilega Rodrigues
Beneficiário:Diogo Teixeira Belloni
Instituição-sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). São José dos Campos, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/26258-4 - Matéria superdensa no universo, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):18/23562-8 - Investigando a origem de supernovas do Tipo Ia com o código BSE, BE.EP.PD
Assunto(s):Modelagem computacional   Variáveis cataclísmicas   Estrelas binárias   Anãs brancas

Resumo

O objetivo deste projeto é investigar variáveis cataclísmicas magnéticas (MCVs), que são binárias em interação nas quais uma anã branca magnética recebe matéria de uma estrela de sequência principal ou pouco evoluída. As MCVs podem ser utilizadas como laboratórios naturais para investigar a formação e evolução de binárias, processos de acreção, progenitores de supernova Ia, interações entre plasmas de alta densidade e campos magnéticos muito fortes, etc. Esta proposta concentra-se em aspectos associados à evolução secular e à emissão de MCVs com os códigos BSE e CYCLOPS. O código BSE é um conjunto de algoritmos que descrevem a evolução de estrelas isoladas e binárias e que permitem realizar síntese de população de variáveis cataclísmicas de forma rápida e precisa. O código CYCLOPS , por outro lado, permite modelagem multiespectral da região pós-choque de MCVs via cálculo do transporte radiativo. Inicialmente, pretendemos criar um catálogo contendo propriedades observacionais e estimadas - como períodos, massas, luminosidades/distâncias, campo magnético - das MCVs conhecidas. Utilizaremos o código BSE para estimar propriedades das MCVs tais como distribuições de massas, razões de massas, períodos, taxas de transferência de massa, luminosidades e magnitudes. Essas previsões serão comparadas com as informações de nosso catálogo, incluindo adequada modelagem de vieses observacionais tais como limitações devido à distância ou à luminosidade, de modo que a formação e a evolução de MCVs poderão ser estudadas. Além disso, pretendemos criar um banco de modelos do CYCLOPS , que poderá ser utilizado para ajuste de dados observacionais e consequente determinação dos parâmetros físicos e geométricos de MCVs. Tanto o catálogo quanto o banco de modelos serão hospedados em um portal web totalmente dedicado a MCVs.

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