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Estudo dos subtipos de linfócitos B de pacientes com as formas progressivas de Esclerose Múltipla e efeito do tratamento com anticorpos monoclonais anti CD20 (ocrelizumab)

Processo: 19/02547-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Leonilda Maria Barbosa dos Santos
Beneficiário:Breno Bandoni Ferrari
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/26431-0 - Esclerose múltipla, estudo clínico, neuropsicológico, imunológico, biomarcadores e novas drogas modificadoras da doença, AP.TEM
Assunto(s):Neurologia   Esclerose múltipla   Subpopulações de linfócitos B   Anticorpos monoclonais   Antígenos CD20

Resumo

Os linfócitos B participam ativamente na patogênese da Esclerose Múltipla (EM) principalmente nas formas progressivas da doença. Os autoanticorpos podem causar dano tecidual nos neurônios contribuindo para a neurodegeneração. Os linfócitos B são células apresentadoras de antígeno bem mais eficiente que as demais células apresentadoras do antígeno, uma vez que o neuroantígeno é reconhecido especificamente pelo BCR, processado e apresentado aos linfócitos T CD4 autorreativos. Ainda, os linfócitos B produzem citocinas pró e anti-inflamatórias que amplificam a resposta inflamatória. Nichos terciários de linfócitos onde predominam linfocitos B foram descritos nas meninges de pacientes com EM nas formas progressivas. Nesse estudo, é nosso objetivo estudar a resposta das subpopulações de linfócitos B (citotóxico e supressor) de pacientes com EM progressiva (primária e secundária). O estudo dará ênfase ao tratamento com anticorpo monoclonal anti linfócitos B (anti CD20- Ocrelizumabe) e será controlado com sangue de pacientes com EM forma surto/remissão e de indivíduos saudáveis. (AU)