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Estabelecimento de modelo de reimplante radicular após avulsão de raízes motoras espinais em camundongos C57BL/6J: emprego de polímero de fibrina e dimetil-fumarato

Processo: 19/06591-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira
Beneficiário:Júlia Lombardi
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/05006-0 - Recuperação sensório-motora após axotomia de raízes medulares: emprego de diferentes abordagens experimentais, AP.TEM
Assunto(s):Biologia celular   Neurobiologia   Neuroglia   Plasticidade neuronal   Fumarato de dimetilo   Inflamação   Fármacos neuroprotetores

Resumo

Lesões do plexo braquial e lombossacral resultam em desconexão entre o sistema nervoso central e periférico, gerando paralisia e dor neuropática. Tendo em vista a axotomia proximal resultante dessa injúria, ocorre morte de motoneurônios medulares, reduzindo significativamente o prognóstico de recuperação funcional. No sentido de minimizar a degeneração neuronal pós-trauma, o uso de fármacos neuroprotetores pode maximizar o potencial de recuperação, quando associado à restauração anatômica das raízes avulsionadas. O presente estudo utilizará associação entre o dimetil-fumarato (DMF) e o reimplante de raízes nervosas avulsionadas como alternativa de tratamento para otimizar a plasticidade neuronal, preservação sináptica e funcionalidade motora após a lesão. Para tal, 75 comundongos fêmeas da linhagem isogênica C57BL/6J serão submetidos ao procedimento cirúrgico de avulsão de raízes motoras (L4-L6) seguida de reimplante, com a aplicação de selante de fibrina (SF). Os animais serão divididos em três grupos experimentais (n=25/grupo): G1= Avulsão + veículo, G2= Avulsão + reimplante com SF, e G3= Avulsão + reimplante com SF + DMF (90mg/kg). O tratamento com DMF será avaliado nos tempos de 4 e 8 semanas pós-cirúrgicas. A sobrevivência neuronal, alterações sinápticas medulares e imunomodulação serão estudadas por citoquímica (coloração de Nissl), imunohistoquímica e RT-PCR, respectivamente. A recuperação funcional será avaliada pelo walking track test, empregando-se a plataforma CatWalk (Noldus). (AU)