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Detecção e avaliação molecular de células tumorais circulantes em pacientes com carcinoma renal de células claras

Processo: 21/01938-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Ludmilla Thomé Domingos Chinen
Beneficiário:Caroline Correia Ghensev Barberan
Instituição-sede: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Citopatologia   Células neoplásicas circulantes   Mutação   Heterogeneidade   Caracterização molecular

Resumo

O carcinoma renal representa um dos 10 tipos de câncer mais incidentes no mundo. Uma de suas principais variantes histológicas é o carcinoma renal de células claras (CRCC). Diante dessa heterogeneidade tumoral, diversos estudos vêm sendo realizados para caracterização molecular deste tipo de tumor visto por meio da mutação de genes, angiogênese, adaptação ao microambiente tumoral e vias do sistema imune, PD-1. Em pacientes tratados com terapias alvo e/ou imunoterapias, a busca de biomarcadores são essenciais para predizer precocemente resposta ao tratamento. A invasão da corrente sanguínea pelo tumor se dá por meio das células tumorais circulantes (CTCs). Existem algumas formas de isolar CTCs, utilizando princípios físicos, imunológicos e moleculares. Em nosso centro, utilizamos a metodologia ISET (Isolation by SizE of Epithelial Cells). O presente projeto tem por objetivo detectar CTCs presentes no sangue periférico de pacientes diagnosticados com CRCC e correlacionar com a resposta ao tratamento e sobrevida livre de progressão. Serão analisadas amostras de sangue de aproximadamente 20 pacientes (10 mL) antes do início do tratamento e após 30, 60 e 90 dias. As CTCs serão detectadas pelo sistema ISET e depois será realizada imunocitoquímica para identificação dos marcadores comumente identificados em tumores primários como CD133, PD-L1, HIF, PBRM1, SETD2, BAP1, VEGF e N-caderina. Esperamos demonstrar a importância clínica das CTCs e identificar pacientes que se beneficiarão ou direcionar para mudança de terapia.