| Processo: | 21/06606-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Louise Emy Kurozawa |
| Beneficiário: | Pedro Renann Lopes de França |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/27354-3 - Arquitetura de sistemas de liberação coloidais: qual é o papel da estrutura na digestibilidade?, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/15978-8 - Estabilidade oxidativa e digestão in vitro de micorparticulas a base de óleo de linhaça emulsificado e biopolímeros vegetais, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Engenharia de processos Microencapsulação Óleo de linhaça Emulsões Fabaceae Biopolímeros Spray drying Polissacarídeos Pectinas Alginatos Ácidos graxos ômega-3 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | emulsões multicamadas | Microencapsulação | ômega 3 | proteína de alfarroba | Engenharia de Processos |
Resumo O consumo regular de óleos ricos em ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 garante diversos benefícios à saúde humana. Entretanto, esses óleos são muito suscetíveis à oxidação lipídica, o que limita a sua aplicação na formulação de alimentos. Neste contexto, a microencapsulação pode representar uma importante ferramenta para melhorar a estabilidade desses óleos. No entanto, é necessária a escolha adequada de materiais de parede que garantam uma elevada resistência às condições de armazenamento e/ou processamento, mas que também assegurem boa digestibilidade dos óleos microencapsulados. Micropartículas obtidas a partir de emulsões multicamadas podem apresentar maior resistência à degradação frente a diferentes condições físico-químicas, devido principalmente à proteção física adicional que as múltiplas camadas podem oferecer. Além disso, o uso de hidrolisados proteicos nas formulações dessas micropartículas pode fornecer maior estabilidade oxidativa aos óleos, devido à maior capacidade antioxidante que esses podem apresentar em relação a proteína não-hidrolisada. A utilização de proteínas vegetais para esta finalidade possibilita a formulação de produtos livres de constituintes de origem animal, estando de acordo com a crescente demanda de dietas vegetarianas e veganas. Assim, esse trabalho tem por objetivo desenvolver micropartículas de óleo de linhaça obtidas por spray drying a partir de emulsões multicamadas estabilizadas por hidrolisados proteicos de alfarroba e polissacarídeos aniônicos (pectina e alginato de sódio). As micropartículas serão avaliadas em relação às suas características físico-químicas, de estabilidade, de digestibilidade in vitro, bem como, sua aplicação na fortificação de biscoitos. Esse projeto está vinculado ao projeto temático denominado "Arquitetura de sistemas de liberação coloidais: qual é o papel da estrutura na digestibilidade?" (n° do processo 2019/27354-3), sob a responsabilidade da Profa. Dra. Rosiane Lopes da Cunha. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |