| Processo: | 22/09303-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Volpon Santos |
| Beneficiário: | Letícia Barros dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Avaliação tardia | Hemisferotomia | Motricidade | Neurocirurgia Pediátrica |
Resumo A epilepsia é o distúrbio neurológico infantil mais comum em pacientes menores de 16 anos, sendo a administração de drogas antiepilépticas(DAEs) a principal forma de tratamento. No entanto, essa abordagem possui uma grande parcela de ineficácia, necessitando de uma possível intervenção cirúrgica. A epilepsia extratemporal é mais comum em crianças, sendo uma proporção considerável de pacientes com epilepsia hemisférica. Para tais pacientes, quando farmacorresistentes, a cirurgia de desconexão hemisférica (hemisferotomia) constitui uma das intervenções mais eficazes no tratamento. A literatura se mostra muito promissora com relação aos ganhos funcionais pós-cirúrgicos, porém, não há trabalhos que descrevem o acompanhamento a longo prazo, denotando a paucidade de dados referentes a seu estado funcional após longo período de follow-up. O objetivo deste trabalho é investigar a capacidade funcional, e sua relação com a aderência à fisioterapia, em indivíduos acometidos por epilepsia hemisférica resistente a medicamentos que foram submetidos à cirurgia de hemisferotomia após, no mínimo, 10 anos. Para isso serão aplicados os testes Gross Motor Function Classification System (GMFCS), Manual Ability Classification System (MACS) e The Functional Mobility Scale (FMS) no período pós-cirúrgico e tardio, além da coleta e análise de dados presentes nos prontuários médicos. Para análise dos dados será aplicado o teste de distribuição e normalidade dos dados, além de teste estatístico condizente para avaliação e correlação entre os dados obtidos, será adotado um nível de significância de 5%. | |
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