| Processo: | 25/11434-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | José Carlos Farias Alves Filho |
| Beneficiário: | Bruno Marcel Silva de Melo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08216-2 - CPDI - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Inflamação Neoplasias Imunorregulação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | homeostasis | Immunoregulation | inflammation | Regulatory T cells | tumor | Imunorregulacao |
Resumo Diferentes mecanismos de regulação do sistema imune são utilizados para garantir a homeostase do hospedeiro. Parte desses mecanismos são controlados pelos linfócitos T reguladores (Treg), que são consideradas as principais células que medeiam a tolerância periférica. De fato, camundongos ou indivíduos com mutações no gene FOXP3 desenvolvem uma síndrome autoimune linfo proliferativa que causa lesão e disfunção de órgãos. Ao mesmo tempo que os linfócitos Treg protegem o hospedeiro de uma resposta inflamatória exacerbada e autoimunidade, respostas imunes atenuadas, mediadas por estas células, em condições de infecção e de tumor, desfavorecem o hospedeiro. Adicionais estudos demonstram que a depleção de linfócitos Treg em modelos de tumor ou o uso de inibidores de 'checkpoint' como ferramenta farmacológica em pacientes oncológicos, melhora a resposta imune antitumoral. No entanto, os mecanismos pelo qual os linfócitos Treg controlam essa resposta imune na tumorigênese ainda permanecem pouco compreendidos. Neste sentido, nosso projeto busca investigar os mecanismos de regulação imune mediados pelos linfócitos Treg no microambiente tumoral, especificamente em câncer colorretal metastático (CCRm). O CCR é um dos cânceres mais comuns em todo o mundo, com uma estimativa de dois milhões de novos casos e quase um milhão de mortes por ano. Embora o prognóstico de pacientes com CCR tenha melhorado lentamente nas últimas décadas, o CCRm ainda está associado a uma sobrevida dramática de menos de 15% desses pacientes. O fígado é o local mais comum para metástases de CCR, e até 75% dos pacientes com CCRm apresentam metástase hepática (10). Apesar da doença metastática ser a principal causa de morte no CCR, sua base molecular permanece mal caracterizada, o que dificulta o desenvolvimento de estratégias terapêuticas. Compreender a dinâmica e perfil dos linfócitos Treg nesse microambiente, pode ajudar no desenvolvimento de novas intervenções farmacológicas para melhorar a resposta imune antitumoral e aumentar a taxa de sobrevida destes pacientes. (AU) | |
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