| Processo: | 10/11097-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Eneida de Paula |
| Beneficiário: | Estefânia Vangelie Ramos Campos |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 06/00121-9 - Novas formulacoes de anestesicos locais de liberacao controlada: do desenvolvimento ao teste clinico odontologico., AP.TEM |
| Assunto(s): | Anestésicos locais Sistemas de liberação de medicamentos Lidocaína |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anestésicos locais | lidocaína | micropartículas poliméricas | Sistemas de liberação |
Resumo A lidocaína (LDC) é um anestésico local da classe das amino-amidas, que juntamente com dois outros anestésicos desta classe, a ropivacaína e a bupivacaína, têm sido os fármacos de escolha na terapia da dor aguda e crônica. Os principais efeitos tóxicos dos AL são decorrentes de sua absorção sistêmica, após administração regional, e pode levar à neurotoxicidade e/ou cardiotoxicidade Como as características desejáveis para um anestésico local incluem longa duração de ação, seletividade para o bloqueio sensorial em relação ao motor e diminuição da toxicidade sistêmica, uma alternativa que tem se mostrado capaz de promover estes efeitos desejáveis é a liberação modificada destes fármacos. Esta veiculação de anestésicos locais pode ser obtida pela formação de complexos de inclusão com ciclodextrinas, encapsulação em lipossomas e associação a micropartículas poliméricas. O objetivo deste projeto é desenvolver (preparar e caracterizar) um novo sistema de liberação modificada para a LDC em micropartículas de poli-lático-co-glicólico (PLGA) a fim de melhorar as propriedades farmacológicas deste anestésico local, objetivando uma futura aplicação clínica, por via infiltrativa. Pretendemos também avaliar esta nova forma farmacêutica, via testes de citotoxicidade in vitro, em comparação ao anestésico comercial. | |
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