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Caracterização e avaliação do papel da degradação de hisitdina na bioenergética de Trypanosoma cruzi.

Texto completo
Autor(es):
Maria Julia Barison
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas
Data de defesa:
Membros da banca:
Ariel Mariano Silber; Maria Julia Manso Alves; Bruno Dallagiovanna Muñiz; Pedro Lagerblad de Oliveira; Anibal Eugênio Vercesi
Orientador: Ariel Mariano Silber
Resumo

Trypanosoma cruzi é capaz de incorporar histidina, um aminoácido essencial, através de um sistema de transporte saturável, de alta especificidade e dependente de ATP. Uma vez no citoplasma, a histidina amônio-liase (TcHAL), catalisa a deaminação não oxidativa da His a urocanato, quem é convertido pela urocanato hidratase (TcUH) ao intermediário 4-imidazolona-5-propionato. Posteriormente, duas enzimas (imidazolona propionase e formiminoglutamase) atúam para gerar glutamato. TcHAL e TcUH foram caracterizadas cinetica e bioquímicamente. O α-cetoglutarato, produto da deaminação do Glu gerado na degradação de His, ingressa ao ciclo de Krebs e os electrons gerados são capazes de restabelecer o potencial de membrana mitocondrial, promover a síntese de ATP e consumo de oxigênio na mitocôndria. Além disso, His é capaz de estimular a metaciclogênese: estudos metabolômicos mostraram que His é utilizada como fonte energética principalmente no inicio da diferenciação. Nossos dados mostram a relevância da His na bioenergética de T. cruzi, nos estágios presentes no inseto vetor. (AU)

Processo FAPESP: 09/53415-8 - Perspectivas das enzimas do metabolismo de histidina do Trypanosoma cruzi como novos alvos terapêuticos
Beneficiário:Maria Julia Barison
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto