Texto completo
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| Autor(es): |
Flávia Peixoto Albuquerque
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Tese de Doutorado |
| Imprenta: | Campinas, SP. |
| Instituição: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Ciências Médicas |
| Data de defesa: | 2022-06-28 |
| Membros da banca: |
Fernando Ferreira Costa;
Paula de Melo Campos;
Nicola Amanda Conran Zorzetto;
Fabíola Traina;
Aderson da Silva Araujo
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| Orientador: | Fernando Ferreira Costa |
| Resumo | |
A hemoglobina fetal (HbF) constituída essencialmente por duas cadeias de globina alfa e por duas cadeias gama, é produzida durante o período fetal e sua síntese decai logo após os seis meses de vida, sendo substituída gradativamente pela hemoglobina do adulto. Às assim denominadas, células 'F', representam uma pequena fração das células vermelhas do sangue que se originam a partir das células progenitoras eritroides imaturas. Os precursores dessas células mantêm a produção de HbF, através da ativação persistente dos genes da globina gama, dando origem a F reticulócitos e, em seguida amadurecem para as células F, onde é possível determinar a quantidade de hemoglobina fetal disponível na circulação sangüínea. Até agora, os pesquisadores não identificaram quais os fatores que levam ao acúmulo de hemoglobina fetal nas células F, apesar delas serem importantes para a manutenção do nível adequado de glóbulos vermelhos circulantes em pacientes com hemoglobinopatias. Pacientes com ß-talassemia (AU) | |
| Processo FAPESP: | 18/01367-9 - Mecanismos moleculares indutores de hemoglobina fetal em eritroblastos de pacientes portadores de Talassemia do tipo bO/bO e em indivíduos heterozigotos para persistência hereditária de hemoglobina fetal não delecional tipo brasileira |
| Beneficiário: | Flávia Peixoto Albuquerque |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |