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Mecanismos moleculares indutores de hemoglobina fetal em eritroblastos de pacientes portadores de Talassemia do tipo bO/bO e em indivíduos heterozigotos para persistência hereditária de hemoglobina fetal não delecional tipo brasileira

Processo: 18/01367-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernando Ferreira Costa
Beneficiário:Flávia Peixoto Albuquerque
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/00984-3 - Doenças dos glóbulos vermelhos: fisiopatologia e novas abordagens terapêuticas, AP.TEM
Assunto(s):Hemoglobina fetal   Pesquisa fetal   Eritroblastos   Heterozigoto   Talassemia   Transcriptoma

Resumo

A hemoglobina fetal constituida essencialmente por duas cadeias de globina alfa e por duas cadeias gama, e produzida durante o período fetal e sua síntese decai logo após os seis meses de vida, sendo substituida gradativamente pela hemoglobina do adulto. A regulação da produção de hemoglobina fetal e de grande importância científica e terapêutica porque contribui para o entendimento dos mecanismos de regulação gênica. As assim denominadas, células 'F', representam uma pequena fração das células vermelhas do sangue que se originam a partir das células progenitoras eritroides imaturas. Os precursores dessas células mantêm a produçao de HbF, através da ativação persistente dos genes da globina gama, dando origem a F reticulocitos e, em seguida amadurecem para as células F, onde é possível determinar a quantidade de hemoglobina fetal disponível na circulação sanguínea. Até agora, os pesquisadores não identificaram quais os fatores que levam ao acúmulo de hemoglobina fetal nas células F, apesar delas serem importantes para a manutenção do nível adequado de glóbulos vermelhos circulantes em pacientes com hemoglobinopatias. Estudos com células F podem proporcionar uma nova abordagem terapêutica, além de indutores de síntese de hemoglobina fetal já conhecidos e até minimizar as recorrentes transfusões de sangue. A melhor compreensão de marcadores associados com a síntese variável de hemoglobina fetal através das células vermelhas do sangue e de grande interesse, uma vez que podem contribuir para o entendimento dos mecanismos de regulação de genes envolvidos na síntese de cadeias globinicas, que até o presente momento nao foram completamente elucidados. (AU)