Resumo
Fotodocumentador que captura eficientemente dados de géis de proteínas, de ácidos nucléicos, Western blots quimioluminescentes e fluorescentes. (AU)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. Escola Paulista de Medicina (EPM) (Instituição Sede da última proposta de pesquisa) País de origem: Brasil
Possui graduação em Ciências Biológicas, modalidade médica, pela Escola Paulista de Medicina (1990) e Mestrado em Microbiologia e Imunologia pela Escola Paulista de Medicina (1993). Desenvolveu seu Doutorado no Instituto Ludwig de Pesquisas sobre o Câncer pelo programa de Pós-Graduação em Microbiologia e Imunologia da Escola Paulista de Medicina (1997). Realizou Pós-Doutorado em Biologia Celular (1998 a 2000) e em Imunologia (2002 a 2007) na Escola Paulista de Medicina. Atuou como Secretária de Relações Internacionais da Unifesp de 2014 a 2019 e como Chefe de Departamento de 2020 a 2024. Atualmente é Professora Titular Livre-Docente, Vice-chefe do Departamento de Farmacologia e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da Escola Paulista de Medicina, Unifesp. Tem experiência na área de Biologia Celular e Molecular do Câncer, com ênfase no papel de mecanimos epigenéticos (metilação de DNA, modificações em histonas e ncRNAs) na transformação maligna e progressão tumoral, especialmente do melanoma. (Fonte: Currículo Lattes)
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Fotodocumentador que captura eficientemente dados de géis de proteínas, de ácidos nucléicos, Western blots quimioluminescentes e fluorescentes. (AU)
Termociclador em tempo real a ser utilizado rotineiramente no projeto temático originador desta proposta. Equipamento muito sensível e versátil. (AU)
O melanoma é uma das neoplasias mais agressivas e resistentes a terapias. Apesar dos avanços obtidos pelo desenvolvimento de terapias alvo, como inibidores de BRAF e de MEK, e imunoterapias, como anti-CTLA4 e anti-PD1, que resultaram no aumento da sobrevida de pacientes com melanoma maligno, cerca de 50% destes desenvolvem resistência aos tratamentos. A plasticidade fenotípica caracterís…
A plasticidade celular apresentada por células tumorais facilita o processo metastático e está relacionado à heterogeneidade intratumoral, recorrência e falha nos tratamentos. Melanomas são tumores que têm alta propensão para o desenvolvimento de metástases e frequentemente tornam-se resistentes às terapias. Apesar da melhora na sobrevida de pacientes com Melanoma metastático submetidos à…
Além de mutações, alterações epigenéticas contribuem de forma importante com a transformação maligna e com a progressão tumoral. O objetivo deste trabalho foi identificar eventos epigenéticos em que a metilação em promotores e no corpo de genes induz mudanças na expressão gênica envolvidas com a transformação maligna de melanócitos e com metástase. Desenvolvemos previamente um modelo muri…
Melanoma é o tipo mais agressivo de câncer de pele devido alta capacidade de desenvolver metástases e quimioresistência. A alteração na homeostasia redox induzida por aumento de espécies reativas de oxigênio é associada a melanomagênese pela modulação de vias de sinalização redox. Óxido nítrico sintase endotelial (eNOS) disfuncional produz ânion superóxido (O2-)e contribui com o estabele…
O melanoma é um tumor originado dos melanócitos e é caracterizado por sua agressividade, letalidade e alta capacidade metastática. Sua alta plasticidade, capacidade de proliferação e adaptação representam um desafio no tratamento desta doença. Tanto a transformação maligna como a heterogeneidade tumoral são resultado do acúmulo de mutações e modificações epigenéticas que culminam na expre…
O melanoma é o tipo de câncer de pele mais letal devido a sua alta capacidade metastática e pela frequente resistência aos tratamentos disponíveis. Terapias alvo e imunoterapias, incluindo inibidores de pontos de checagem imunológicos, ainda que sejam consideradas opções ouro de tratamento na atualidade, estão associadas a falhas na resposta ou resistência em cerca de metade dos pacientes…
O melanoma cutâneo é uma neoplasia maligna tipicamente agressiva devido a sua alta capacidade metastática. O processo causal é multifacetado, podendo ter contribuições genéticas, fenotípicas e ambientais. A exposição à luz ultravioleta é o principal fator de risco para o desenvolvimento da doença por conta de seu alto potencial mutagênico no material genético celular. Além de mutações per…
Long non-coding RNAs (lncRNAs) são RNAs longos que pertencem à classe de RNAs que não codificam proteínas (ncRNAs). Estima-se que 70 a 90% do genoma humano seja transcrito em ncRNAs. Estudos já demonstraram a importância dos ncRNAs na modulação da expressão dos genes, podendo ser considerados importante peça da maquinaria epigenética. O melanoma é responsável por cerca de 80% de todas as …
O melanoma é o tipo de câncer de pele mais agressivo devido a sua grande capacidade de gerar metástases. Ele surge a partir da transformação maligna dos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, pigmento que confere a cor da pele, olhos e cabelo. A exposição prolongada à luz UV é um dos principais fatores que contribui para o desenvolvimento do melanoma. Essa caracterís…
O câncer é considerado atualmente uma doença maligna de alta prevalência por ser a segunda maior causa de mortes no mundo, apresentar difícil diagnóstico precoce e por seu tratamento, quando existente, ser em muitos casos caro e inacessível. Entre os cânceres que se destacam podemos citar o câncer de próstata, que é um dos mais incidentes na população masculina. A oncogênese, o processo d…
A transcriptômica espacial emergiu como uma ferramenta poderosa para compreender a dinâmica da expressão gênica dentro da arquitetura tecidual. Essa tecnologia é particularmente valiosa para mapear as interações entre o sistema imunológico e o tumor, bem como a expressão gênica. No entanto, sua aplicação ainda é limitada, especialmente no estudo de RNAs longos não codificantes (lncRNAs), …
Este projeto tem como objetivo examinar o papel dos RNAs longos não codificantes (lncRNAs) regulados pela metilação do DNA na progressão do melanoma e na dormência tumoral mediada pelo sistema imune, com foco nos efeitos da 5-Aza-2'-desoxicitidina, um agente desmetilante do DNA, na modulação de lncRNAs dentro do microambiente tumoral (TME). Estudos anteriores mostraram que a 5-Aza-2'-deso…
Nosso modelo in vitro de progressão do melanoma utiliza bloqueio de adesão ao substrato como fator de transformação maligna. As linhagens correspondentes às fases de progressão do melanoma são: melan-a (melanócitos não tumorigênicos), 4C (melanócitos pré-malignos), 4C11- (melanoma não metastático) e 4C11+ (melanoma metastático). Os níveis gênicos e proteicos de TET2 e níveis de 5hmC encon…
MicroRNAs (miRNAs) compreendem uma das classes mais abundantes de moléculas reguladoras de genes. Eles são pequenas moléculas de aproximadamente 22 nucleotídeos que possuem importante função regulatória em animais e plantas por regularem pós-transcricional e negativamente a expressão gênica. Em animais, os miRNAs se associam com os mRNAs levando a sua desestabilização ou repressão da trad…
Publicado em 16 de agosto de 2017 - Agência FAPESP. Fatores ambientais como dieta, atividade física, qualidade do sono e exposição a toxinas ou medicamentos podem mudar a forma como nosso genoma funciona - favorecendo a saúde ou causando doenças. Isso acontece por meio das marcas epigenéticas - grupos químicos que são adicionados ou removidos da molécula de DNA ou de proteínas nucleares chamadas histonas, alterando a expressão dos genes. Pesquisas na área estão sendo discutidos no V Simpósio de Epigenética, que acontece entre 14 e 15 de agosto em São Paulo. Os pesquisadores da Unifesp e organizadores do evento, Miriam Galvonas Jasiulionis e Rubens Harb Bollos, falam sobre a programação e sobre como esse tipo de conhecimento pode impactar a prevenção e o tratamento de doenças de forma personalizada.