| Processo: | 06/06236-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Niels Olsen Saraiva Câmara |
| Beneficiário: | Gabriela Campanholle |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biliverdina | Bradicinina | Heme Oxigenase 1 | Inflamacao | Lesao Pulmonar | Nefrologia |
Resumo A Insuficiência renal aguda (IRA) atinge um grande número de pacientes hospitalizados e sua principal causa é a lesão de Isquemia e reperfusão (IR). A lesão de IR envolve uma reação inflamatória, com produção de espécies reativas de oxigênio, resultando em apoptose e necrose das células tubulares renais. Além disso, a lesão de IR também ativa o sistema calicreína-cinina, produzindo principalmente bradicinina, que se liga aos seus receptores B1 e B2, induzindo efeitos hemodinâmicos e inflamatórios, que podem ser localizados ou sistêmicos. A heme-oxigenase (HO-1) é expressa após estresse tecidual, causando a degradação do heme em subprodutos, entre eles a biliverdina, com efeitos anti-inflamatório, anti-oxidante e anti-apoptótico.Nós focaremos o papel da bradicinina como mediadora dos danos renais e extra-renais após a IR. Além disso, visamos demonstrar que o tratamento com bilivedina é capaz de atenuar os danos extra-renais, especificamente os pulmonares. Para isso, utilizaremos modelos in vivo e in vitro de lesão isquêmica, utilizando camundongos nocautes para os receptores da bradicinina (B1 e B2), antagonistas e agonistas dos receptores da bradicinina, e tentaremos induzir citoproteção com o tratamento com biliverdina. Análises funcionais, histomorfométricas, perfil de citocinas/proteínas anti e pró-inflamatória, reatividade pulmonar e viabilidade celular serão estudadas nos modelos in vitro e in vivo. Pacientes com IR renal e síndrome do estresse respiratório agudo co-existem em centros de terapia intensiva estando associados com alta mortalidade, por isso estudos que investiguem os possíveis mediadores envolvidos no dano pulmonar após lesão de IR renal são importantes. (AU) | |
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