| Processo: | 06/53800-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2008 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Maria Claudia Costa Irigoyen |
| Beneficiário: | Luciana Jorge |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 01/00009-0 - Estudo integrado da hipertensão arterial: caracterização molecular e funcional do sistema cardiovascular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Mortalidade Diabetes mellitus Função ventricular Treinamento físico Infarto do miocárdio |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diabetes | Funcao Ventricular | Infarto Do Miocardio | Mortalidade | Treinamento Fisico |
Resumo Indivíduos diabéticos são mais predispostos à insuficiência cardíaca congestiva, possivelmente relacionada à presença da cardiomiopátia diabética, caracterizada por mudanças estruturais e funcionais, tais como, disfunção sistólica, diastólica e redução do consumo máximo de oxigênio (VO2 máx.). Dados experimentais mostram ambos: maior ou menor vulnerabilidade do coração diabético à injúria isquêmica. Baseado nos resultados obtidos em nosso laboratório que mostraram que ratos diabéticos infartados tinham menor mortalidade após 15 e 30 dias de IM em relação a ratos somente infartados, porém que esses grupos aos 90 dias pós IM apresentavam mortalidade semelhante, e considerando que o treinamento físico tem sido demonstrado como uma abordagem eficiente no tratamento das disfunções do diabetes e pós IM, o presente estudo terá por objetivo avaliar os efeitos de 10 semanas de treinamento físico na mortalidade de animais infartados, diabéticos ou não. Esperamos que o treinamento físico possa ampliar a "janela" de melhor sobrevida nos ratos submetidos ao diabetes e ao IM. Além disto, propomos o estudo da função cardíaca pelo ecocardiograma e pela cateterização do VE, a medida de fluxos sangüíneos e do débito cardíaco, bem como o estudo do controle autonômico cardiovascular, avaliado pela análise da variabilidade da PA e da FC e pela sensibilidade dos pressorreceptores e dos receptores cardiopulmonares, a fim de compreender melhor os mecanismos determinantes de prognóstico, bem como os possíveis benefícios fisiológicos do treinamento físico, em diabéticos pós IM. (AU) | |
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