| Processo: | 07/56495-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Bryan Eric Strauss |
| Beneficiário: | Daniela Bertolini Zanatta |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leucemia Terapia genética Código de barras Lentivirus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Codigo De Barras | Lentivirus | Leucemia | Lmo2 | Terapia Genica | X-Scid |
Resumo Os vetores retrovirais estão entre os principais vetores utilizados em protocolos clínicos de terapia gênica, inclusive para o tratamento de doenças monogênicas como SCID-X1, SCID-ADA e doença granulomatosa crônica. Vetores derivados do oncorretrovírus murino da leucemia murina de Moloney (MoMLV) têm sido escolhidos no tratamento dessas doenças. Embora os resultados tenham indicado a possibilidade de tratamento, alguns pacientes submetidos ao protocolo de terapia gênica para SCID-X1, apresentaram um quadro de leucemia atribuído à proliferação clonal causada por metagênese insercional retroviral, somada com uma vantagem proliferativa conferida pelo gene terapêutico. Nos últimos anos, vetores derivados de um outro membro da família Retroviridae, os lentivírus, foram desenvolvidos para aplicação clínica, com a vantagem de que estes vetores possuem a capacidade de transduzir células pós-mitóticas e apresentam um perfil de H integração que parece ser mais seguro do que o MoMLV. Neste projeto, apresentamos uma proposta inovadora que permitirá desenvolver ensaios simples e rápidos para monitorar a clonalidade de populações celulares transduzidas com vetores lentivirais. Assim, pretendemos construir uma biblioteca de vetores contendo uma marcação aleatória, denominada "código de barras", o que permitirá caracterizar a clonalidade de uma população de células transduzidas. Os vetores lentivirais marcados individualmente com o código de barras, serão utilizados para transduzir células alvo, avaliando-se a complexidade populacional através de seqüenciamento. Com o surgimento de seqüências específicas, conseguiremos determinar e até quantificar a tendência de uma proliferação clonal. Esta metodologia será de grande valia para testar novos arranjos de promotores e genes terapêuticos, permitindo desenvolver vetores mais seguros, contribuindo para a redução da probabilidade de um evento de proliferação clonal desencadeado pela metagênese insercional. Com o êxito deste projeto, a tecnologia também poderá ser utilizada para monitorar, in vivo, a clonalidade de populações celulares transduzidas. (AU) | |
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Patente(s) depositada(s) como resultado deste projeto de pesquisa
CÓDIGO DE BARRAS GENÉTICO PI 1003468-4 - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) ; Universidade de São Paulo (USP). . Bryan Eric Strauss; Daniela Bertolini Zanatta - 01 de janeiro de 2010
VETOR BICISTRÔNICO, PROCESSO DE OBTENÇÃO DO VETOR BICISTRÔNICO, USO DO VETOR BICISTRÔNICO PARA PREPARAÇÃO DE MEDICAMENTO PARA TERAPIA GÊNICA; COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA E USO DO VETOR BICISTRÔNICO EM TERAPIA GÊNICA PI 1010481-0 - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) ; Universidade de São Paulo (USP). . Bryan Eric Strauss - 01 de janeiro de 2010