| Processo: | 07/57338-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2008 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental |
| Pesquisador responsável: | Maria Do Carmo Bittencourt de Oliveira |
| Beneficiário: | Viviane Piccin dos Santos |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cianobactérias Reservatórios de água Técnicas de genotipagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Billings | Cianobacterias | Microcistina | Taxonomia | Toxina |
Resumo As cianobactérias apresentam importante papel, tanto ecológico quanto de Saúde Pública. Algumas delas são capazes de produzir toxinas responsáveis por intoxicações em humanos e animais. Estudos com camundongos também demonstram a capacidade destas toxinas de causar danos a vários órgãos e sistemas do organismo, além de seu potencial como promotora de tumores. No Brasil, a Portaria 518 do Ministério da Saúde, exige o monitoramento de cianobactérias e cianotoxinas tanto na água bruta do manancial usado para captação quanto na água tratada para consumo. Entretanto, a produção de toxinas por cianobactérias é uma característica genotípica e intrapopulacional e a caracterização morfológica ao microscópio de organismos produtores e não produtores é impossível. Assim, a técnica da PCR mostra-se bastante vantajosa, pois possibilita a detecção de cianobactérias potencialmente produtoras de toxinas de forma preditiva, rápida e com baixos custos. O presente projeto como objetivos: a) realizar identificação taxonômica e quantificação das cianobactérias de amostras a serem coletadas na represa Billings (SP) nos períodos seco e chuvoso; b) detectar, pelo uso da técnica de marcadores moleculares, cianobactérias potencialmente produtoras de microcistinas nestas amostras; c) isolar cianobactérias das amostras e avaliar sua toxicidade pelo uso da técnica de marcadores moleculares; d) confirmar a toxicidade das amostras ambientais por meio de cromatografia liquida de alta eficiência (HPLC). (AU) | |
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