| Processo: | 08/57245-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Vera Lúcia Pereira Chioccola |
| Beneficiário: | Fabio Antonio Colombo |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leishmaniose visceral Vetores de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Leishmaniose Visceral Canina | Pcr | Pcr Real Time | Vetores Alternativos |
Resumo A leishmaniose visceral americana (LVA) é um sério problema de saúde pública com cerca de três mil casos/ano, em 19 estados brasileiros. Até a década de 80, a maioria dos casos concentrava-se em áreas rurais dos municípios. Esse perfil mudou e vários casos são notificados nas áreas urbanas. No Estado de São Paulo a doença é autóctone desde 1998. A partir de 2003 foram registrados também casos autóctones nas redondezas da região metropolitana de São Paulo. Uma das formas de se avaliar a propagação da infecção é o estudo dos transmissores. Embora Lutzomyia longipalpis seja uma espécie prevalente em zonas rurais, tem sido a única responsável pela transmissão na área urbana dos municípios da região Oeste do Estado. Contudo, na Região Metropolitana de São Paulo a sua presença ainda não foi detectada. Este fenômeno leva a supor que outra espécie de flebotomíneos ou outros ectoparasitas de cães como carrapatos e pulgas possam estar envolvidos na transmissão da LVA. Num estudo preliminar, nosso grupo verificou que Rhipicephalus sanguíneos coletados de cães com LVA tinham PCR positiva para L. (L.) chagasi, sugerindo que provavelmente foram infectados após o repasto sanguíneo em cães infectados. Diante destes dados, o presente projeto tem como objetivo central o estudo epidemiológico da LVA no Estado de São Paulo através da investigação de transmissores alternativos. As estratégias utilizadas serão de pesquisar a presença de L. (L.) chagasi em Ixodídeos e Siphonápteros retirados de cães com LVA e analisar a sua possível importância na transmissão. A partir do desenvolvimento deste projeto, esperamos que os resultados e conclusões obtidos nos esclarecessem a capacidade de transmissão de R. sanguíneos e C. felis, visto que, isto traria um profundo impacto no combate à leishmaniose a capacidade vetorial. (AU) | |
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