| Processo: | 09/05049-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química |
| Pesquisador responsável: | Márcio Luís Andrade e Silva |
| Beneficiário: | Márcio Luís Andrade e Silva |
| Instituição Sede: | Reitoria. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Franca |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 09/10643-0 - Desenvolvimento de sistemas nanoparticulados e biodegradáveis contendo lignanas e avaliação in vitro e in vivo de suas atividades esquistossomicida e tripanocida, BP.TT |
| Assunto(s): | Produtos naturais Nanopartículas Lignanas Cubebina Hinoquinina Esquistossomicidas Tripanossomicidas Doença de Chagas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença de Chagas | esquistossomose | Formulações nanoparticuladas | (-)-hinoquinina | (-)-O-metilcubebina | semi-síntese | Química de Produtos Naturais/Materiais |
Resumo
Neste projeto está proposto o desenvolvimento de nanopartículas poliméricas para serem utilizadas na administração parenteral de duas drogas (patente no INPI), usando princípios ativos contra doença de Chagas e esquistossomose os quais são isolados ou obtidos por síntese parcial. A importância deste projeto está no fato que a esquistossomose afeta mais de 220 milhões de pessoas no mundo a cada ano, das quais 10 milhões moram no Brasil. Além disso, 30% das pessoas infectadas são resistentes ao tratamento com a única droga presente no mercado. Com relação à doença de Chagas, não existe tratamento devido a retirada do mercados dos medicamentos nifurtimox e benzonidazol. Os compostos ativos que serão incorporados nas nanopartículas são (-)-O-metilcubebina (2) e a (-)-hinoquinina (3) (Figura 1), ambos são de ocorrência natural e obtida por síntese parcial da lignana (-)-cubebina (1), as quais foram isoladas de Piper cubeba. Estes compostos serão usados, respectivamente, no tratamento da esquistosomose e doença de Chagas. Este importante ponte reside no fato destes compostos terem sido previamente ativos em ensaios biológicos in vitro e in vivo. Assim, estes compostos serão encapsulados em formulações farmacêuticas tal como PLGA, PLGA-PEG, MCM-41, MCM-41 a serem utilizadas na administração parenteral. (AU)
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