| Processo: | 09/09829-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Lúcia Helena Faccioli |
| Beneficiário: | Karina Furlani Zoccal |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 05/54855-0 - Toxinas animais: estrutura, função e aplicações biotecnológicas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Tityus serrulatus Mediadores lipídicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Mediadores Lipídicos | Tityus serrulatus | Imunologia Aplicada |
Resumo O escorpião Tityus serrulatus é considerado uma das espécies mais perigosas para os seres humanos no Brasil, sendo responsável por muitos casos clínicos de envenenamento na região sul do país. O veneno do escorpião pode estimular o eixo neuroendócrino-imunológico pela sua capacidade de liberar catecolaminas, prostaglandinas, bradicinina e citocinas. Os sinais e sintomas após a picada do escorpião estão diretamente relacionados com os componentes do veneno e com as citocinas liberadas, as quais tem importante papel na patogênese do envenenamento. Por esta razão, é de fundamental importância investigar os mediadores induzidos por diferentes venenos e suas frações. Sabe-se que quando inoculado na cavidade peritoneal de camundongos, o veneno do T. serrulatus ou sua fração 1 (Ts1), induzem aumento de IL-1, IL-6, TNF-± e óxido nítrico. No entanto, até agora nada existe descrito sobre a possível reação inflamatória induzida pelas frações Ts2 e Ts5 do veneno de T. serrulatus. Neste projeto temos como objetivo investigar in vitro, a capacidade do veneno de T. serrulatus e de suas frações Ts1, Ts2 e Ts5 em induzir a liberação de citocinas, óxido nítrico e mediadores lipídicos, assim como a formação de corpúsculos lipídicos em linhagens imortalizadas de macrófagos peritoneais (J774) e broncoalveolares (MH-S). Posteriormente será avaliada, a capacidade das toxinas Ts2 e Ts5 em induzir inflamação na cavidade peritoneal, comparando com inflamação induzida por Ts1 e o veneno bruto. Nossos resultados poderão auxiliar no entendimento dos mecanismos envolvidos na resposta inflamatória que ocorre após envenenamento pela picada de T. serrulatus, bem como abrir perspectivas para novos tratamentos. | |
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