| Processo: | 09/51337-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica |
| Pesquisador responsável: | Deborah Schechtman |
| Beneficiário: | Mariana Lemos Duarte |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Células-tronco embrionárias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Celulas Tronco Embrionarias | Peptideos Moduladores | Proteina Quinase C Zeta |
Resumo Células tronco embrionárias (CTE) proliferam indefinidamente, mantendo a capacidade de se diferenciarem em vários tipos celulares (auto-renovação). Para o uso eficiente das CTE, na terapia celular, necessitamos desvendar processos específicos da diferenciação destas células, bem como os mecanismos moleculares que mantém as CTE indiferenciadas. Uma estratégia para a identificação das cascatas de sinalização que levam à proliferação e auto-renovação das CTE é a interferência seletiva sobre vias específicas. A família das proteínas cinases C (PKC) vem sendo apontada como serina/ treonina cinases fundamentais para os processos de proliferação e diferenciação das CTE. Infelizmente, o papel exato destas enzimas ainda não está claro. Hoje, com o desenvolvimento de moduladores específicos para as diferentes isoenzimas das PKCs é possível desvendar o papel específico destas cinases. A PKC zeta está envolvida em importantes processos de sinalização celular como, por exemplo, adesão e polarização celular. Esta isoenzima da PKC se encontra altamente expressa em CTE murina, porém o seu papel nestas células ainda não foi elucidado. No presente projeto, propomos identificar e caracterizar substratos (diretos e/ou indiretos) para a PKC zeta utilizando peptídeos moduladores específicos para esta enzima acoplado a técnicas de proteômica. A identificação e caracterização de substratos da PKC zeta nos auxiliará a desvendar cascatas de sinalização das CTE e processos de proliferação e auto-renovação destas células. Este trabalho servirá de base para futuros estudos que visam à aplicação clínica destas células na terapia celular. (AU) | |
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