| Processo: | 06/52062-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 28 de junho de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Deborah Schechtman |
| Beneficiário: | Helio Miranda Costa Junior |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 05/54188-4 - Determinação do papel da proteína quinase C na diferenciação e proliferação, AP.JP |
| Assunto(s): | Diferenciação celular Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Celulas Tronco Embrionarias | Diferenciacao Celular | Proteina Cinase C | Proteomica | Transducao Do Sinal |
Resumo Células tronco embrionárias (CTE) são capazes de proliferar e se diferenciar em diferentes tipos celulares perante estímulos adequados. O uso de CTE para terapias de reposição celular é um grande desafio, necessitando compreender tanto os processos específicos da diferenciação das CTE como os processos que as mantém no seu estágio indiferenciado. As Proteína cinase C (PKC) tem sido muito estudada em diversos modelos de sinalização intracelulares e apontada como um componentes essencial em processos de proliferação e diferenciação das CTE. Porém o papel exato desta enzima ainda não foi elucidado, em parte porque, as PKCs constituem uma família de pelo menos 10 isoenzimas altamente conservadas e apenas recentemente moduladores específicos para as diferentes isoenzimas foram desenvolvidos. Neste projeto propomos estudar o papel das diferentes isoenzimas das PKCs em CTE não diferenciadas, determinando o estado de ativação e modificações pós-transducionais das mesmas. Através de moduladores específicos das diferentes isoenzimas das PKCs e de técnicas de proteômica visamos também identificar substratos diretos e indiretos específicos para as diferentes isoenzimas das PKCs em CTE não diferenciadas. A compreensão dos mecanismos regulatórios responsáveis pela manutenção do estado indiferenciado das CTE é essencial para o uso das mesmas na terapia celular. (AU) | |
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