| Processo: | 10/18640-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Deborah Schechtman |
| Beneficiário: | Deborah Schechtman |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Células-tronco embrionárias Proteínas quinases Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células tronco embrionárias | Proteína cinase C (PKC) | proteômica | Sinalização | Sinalização |
Resumo
Células tronco embrionárias (CTE) proliferam indefinidamente mantendo a capacidade de se diferenciar em diversos tipos celulares (auto-renovação). Para o uso eficiente das CTEs na terapia celular necessita-se ainda desvendar os processos moleculares específicos da diferenciação e auto-renovação das CTE. Nos últimos anos, nosso laboratório vem caracterizando o papel das diferentes isoenzimas das proteínas quinases C (PKCs) em CTE indiferenciadas. Vimos que dentre as isoenzimas das PKCs expressas em CTE, formas de peso molecular menor da isofoenzima ²I (possivelmente cataliticamente ativas) são expressas no núcleo das CTE murinas. Adicionalmente, observamos que durante a diferenciação das CTE ocorre uma mudança de localização sub-celular da PKCBeta I que passa a ser expressa no citoplasma de várias células diferenciadas, dentre as quais algumas células deixam de expressar a PKCbI. Além disso, nossos estudos de fosfoproteômica indicam que a maioria dos substratos da PKCbeta I em CTE indiferenciadas são proteínas nucleares que regulam a transcrição de proteínas envolvidas em processos de proliferação/diferenciação. Juntos, estes dados contribuem para a hipótese de que a PKCbeta I possa estar envolvida em processos importantes das CTE indiferenciadas, como por exemplo, na manutenção do seu estado indiferenciado. Vimos também que a PKCdelta está envolvida na proliferação das CTE indiferenciadas via a ativação da via das MAPK, e que a PKCzeta/ lambda participam de processos de remodelamento do citoesqueleto e possivelmente de processos de adesão célula/célula das CTE indiferenciadas. Desta forma o presente projeto visa dar continuidade aos nossos estudos anteriores caracterizando as vias de sinalização da PKCbeta I, delta e zeta/lambda e a importância destas isoenzimas para a auto-renovação e eventos inicias de diferenciação das CTE. (AU)
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