| Processo: | 12/24154-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Deborah Schechtman |
| Beneficiário: | Deborah Schechtman |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Conformação molecular Neoplasias mamárias Neoplasias da próstata Proteínas quinases Células-tronco embrionárias Fosforilação Histonas Expressão gênica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anticorpos conformacionais | câncer | células tronco embrionárias | Quinases | Bioquímica, Biologia molecular |
Resumo
Nos últimos anos nosso laboratório vem caracterizando o papel das proteínas quinases C (PKC) em células tronco embrionárias (CTE) indiferenciadas. Nossos dados sugerem que a maioria dos substratos da PKC²I em CTE indiferenciadas são proteínas nucleares que regulam a transcrição de proteínas envolvidas em processos de proliferação/ diferenciação. Estudos recentes também constataram a presença da PKC²I no núcleo de células de tumor de mama e de próstata. Estes estudos determinaram que a PKC²I regula a fosforilação da Histona H3 nestas células e consequentemente a metilação da mesma que por sua vez controla a expressão de genes envolvidos na proliferação das células tumorais. Juntos, estes dados contribuem para a hipótese de que a PKC²I possa estar envolvida em processos de proliferação e auto-renovação tanto de CTE como de tumores de próstata e mama. Dessa forma, a serina/ treonina quinase, PKC²I pode ser importante para a auto-renovação das CTE bem como um alvo chave para estratégias terapêuticas e de prognóstico de câncer de mama e de próstata. Ainda não se conhecem os mecanismos que levam à translocaçao nuclear da PKC²I bem como proteínas que interagem com esta quinase. Além disso, até o presente poucos alvos da PKC²I foram caracterizados. Dessa forma, acreditamos que a elucidação da função da PKC²I em CTE, ou em células de câncer de mama e próstata permitirá o melhor entendimento do processo de auto-renovaçao nesses tipos celulares. Além disso, tais estudos possibilitará o desenho racional de novos fármacos que tem como alvo a PKC²I. Para tanto, necessitamos desenvolver novas ferramentas para se estudar a estrutura da PKC²I bem como caracterizar as proteínas parceiras dessa quinase. Nesse sentido, no presente projeto visamos desenvolver anticorpos conformacionais que possam ser utilizados para a caracterização estrutural e funcional das PKCs em CTE indiferenciadas, câncer de mama e de próstata. (AU)
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