| Processo: | 15/17812-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 28 de março de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Deborah Schechtman |
| Beneficiário: | Dimitrius Tansini Pramio |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Transdução de sinais Epigênese genética Interação proteína-proteína Epigenômica Neoplasias mamárias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | epigenética | Interação proteína-proteína | Neuro | sinalização celular | interações proteína-proteína |
Resumo O câncer de mama é uma doença frequente entre as mulheres, de comportamento clínico heterogêneo, e composto por uma vasta gama de perfis moleculares. Inserida neste contexto, a família da proteína quinase C, um conjunto de dez serina/treonina quinases, é de importância central, e está relacionada com inúmeras funções celulares. No entanto, o papel exato de cada isoenzima ainda não está bem definido nos diferentes subtipos desta doença. A identificação da atividade diferencial, localização subcelular e caracterização dos substratos das PKCs nos diferentes subtipos de câncer de mama são, portanto essenciais para o entendimento da biologia destes tipos de tumores. Recentemente nosso grupo desenvolveu anticorpos poli e monoclonais que reconhecem especificamente as PKCs clássicas (cPKCs) ativas, e com essa ferramenta inovadora em mãos nos propomos a estudar a atividade das cPKCs ativas em uma linhagem de câncer de mama com perfil molecular luminal estrogênio positiva (ER+), MCF-7, e em amostras de pacientes com esse tipo de tumor. Dados anteriores do nosso laboratório demonstraram que as PKCsbI e bII são primordialmente expressas no núcleo das células MCF-7. Para detectar quais os possíveis substratos nucleares destas isoenzimas, realizaremos ensaios de imunoprecipitação e Bimolecular fluorescence complementation (BiFC). Ainda, observaremos neste modelo a fosforilação de resíduos específicos de histonas que atuam como importantes marcas epigenéticas, por meio de ensaios in vitro e de imunoprecipitação da cromatina, validando estes dados em pacientes com tumores de mama ER+. Desta forma, identificaremos proteínas que interagem com as cPKCs e podem se tornar futuros biomarcadores ou alvos terapêuticos. | |
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