| Processo: | 09/51557-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Pesquisador responsável: | Maria Inês Nogueira |
| Beneficiário: | Silvia Honda Takada |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bromodesoxiuridina Imuno-histoquímica Neurogênese |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anoxia Neonatal | Brdu | Imunoistoquimica | Neurogenese |
Resumo A anóxia neonatal, considerada problema clínico mundial, é uma das mais importantes causas de lesão encefálica em neonatos e pode apresentar conseqüências graves e duradouras. A patofisiologia das seqüelas da anóxia neonatal ainda não está bem documentada, mas sabe-se que agressões ao sistema nervoso central em desenvolvimento de mamíferos podem prejudicar etapas importantes, como a neurogênese, que durante muitos anos foi vista como fenômeno restrito ao início do desenvolvimento encefálico de mamíferos, e atualmente tem sido estudada em regiões específicas do encéfalo adulto de vertebrados, como o hipocampo e o bulbo olfatório. Assim, com este estudo objetivamos analisar longitudinalmente possíveis alterações na maturação e organização neuronal no hipocampo decorrentes da anóxia neonatal em ratos, já tendo sido visto em amplo estudo em nosso laboratório que o modelo utilizado acarreta alterações gliais e comportamentais. Serão utilizados 75 neonatos machos (Rattus novergicus, linhagem Wistar), com aproximadamente 30 horas de vida, divididos em grupos conforme a idade: P2, P7, P14, P21 e P60. Cada grupo será subdividido em Anóxia (n=6), Sham (n=6) e Basal (n=3). Para a anóxia, será utilizado sistema construído e validado em nosso laboratório (100% N2 gasoso, durante 25 minutos, a 35-37°C). A análise da proliferação e sobrevivência celulares será realizada com técnicas de imunoistoquímica para Ki67 e para BrdU. Para determinação do fenótipo celular, será utilizada técnica de imunoistoquímica para detecção de neurônios maduros (NeuN), imaturos (DCX) e células gliais (GFAP). (AU) | |
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