| Processo: | 10/03608-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia |
| Pesquisador responsável: | Maria Helena Catelli de Carvalho |
| Beneficiário: | Tiago Januário da Costa |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Testosterona Hipertensão Estrógenos Endotélio vascular Reatividade cardiovascular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Endotélio Vascular | estrógeno | hipertensão arterial | Reatividade vascular | Testosterona | Farmacologia Vascular |
Resumo Mulheres na idade reprodutiva apresentam menor risco de desenvolvimento de doenças cardiovascular e hipertensão que homens da mesma idade. Entretanto, na menopausa a principal causa de morbidade e mortalidade são as doenças cardiovasculares e tem sido sugerido que a redução dos níveis de estrógenos possa contribuir para o desenvolvimento dessas doenças. Diversos estudos clínicos e experimentais demonstram que o tratamento hormonal com estrógenos pode ter efeito protetor sobre o sistema cardiovascular de mulheres na menopausa. As ações benéficas do estrógeno envolvem efeitos diretos sobre os vasos sanguíneos, relacionados à função endotelial, e indiretos, associados com o perfil lipídico. Além do maior risco de doenças cardiovasculares a menopausa também propicia o desenvolvimento de alterações psicosomáticas, vasomotoras, ósseas e também distúrbios de hipoatividade sexual. O tratamento de distúrbios de hipoatividade sexual em mulheres na menopausa envolve a associação de estrogênios e andrógenos, como a testosterona. Embora estudos observacionais e clínicos mostrem a efetividade da associação de estrógenos e testosterona na melhora da atividade sexual em mulheres, pouco se sabe sobre os efeitos deste tratamento do ponto de vista do sistema cardiovascular. Sabe-se que a testosterona contribui no desenvolvimento e manutenção da hipertensão em ratos espontaneamente hipertensos (SHR) e que o tratamento de fêmeas SHR com testosterona pode elevar a pressão arterial nestes animais, sugerindo que a associação de testosterona com estrógeno possa interferir no efeito protetor do hormônio feminino sobre o sistema cardiovascular. Entretanto, não existem relatos sobre as conseqüências cardiovasculares da associação de estrógeno e testosterona no tratamento de fêmeas SHR ovariectomizadas. Dessa forma, o objetivo deste projeto é avaliar os efeitos do tratamento de fêmeas SHR ovariectomizadas com a associação de um conjugado estrogênio equino (Premarin) e cipionato de testosterona sobre a pressão arterial, reatividade vascular dando ênfase à função endotelial e paralelamente será avaliado também o perfil lipídico. | |
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