| Processo: | 10/13463-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Sandra Gofinet Pasoto |
| Beneficiário: | Henrique Pires Chakkour |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Reumatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anticorpos antifosfolípides | síndrome antifosfolipide | Síndrome de Sjogren primária | Reumatologia |
Resumo Introdução: Na síndrome de Sjögren primária (SSp), doença autoimune caracterizada principalmente pelo acometimento das glândulas exócrinas, há relatos de pacientes com a síndrome dos anticorpos antifosfolípides (SAF). Contudo, na SSp, é questionável a associação dos anticorpos antifosfolípides (aFLs) com maior risco de eventos tromboembólicos. Neste aspecto, na SAF primária ou secundária ao lúpus, o anticorpo anticardiolipina (aCL) caracteriza-se pela dependência do cofator sérico para sua ligação ao antígeno. Tal característica não foi avaliada em pacientes com SSp com ou sem tromboses. Além disso, na SSp, não há estudos prospectivos dirigidos às manifestações não trombóticas da SAF (como lesões valvares) e suas possíveis correlações com os aFLs. Também não é conhecida a possível associação dos aFLs com as manifestações clínicas características da SSp.Objetivos: Estudar em pacientes com SSp: a frequencia de aFLs; as possíveis associações destes anticorpos com as manifestações clínicas características da SSp prévias ou em atividade atual; a prevalência de manifestações trombóticas e não trombóticas sugestivas de SAF e suas correlações com os aFLs; e a possível dependência do cofator sérico para a ligação do aCL ao seu antígeno.Métodos: Serão avaliados 75 pacientes consecutivos com SSp (The American-European Consensus Group Criteria), de ambos sexos e idade de 18-65 anos e, como controles, 75 voluntários saudáveis sem queixas de síndrome sicca e pareados para sexo, raça e idade. Os pacientes serão avaliados através de um protocolo clínico padronizado. Amostras de soro serão coletadas dos pacientes e controles para pesquisa dos aFLs (aCL, anticoagulante lúpico e anti-beta-2-glicoproteína-1). O aCL será detectado por ELISA na presença e na ausência do cofator sérico. Será também realizada avaliação ecocardiográfica em pacientes e controles por um examinador "cego". | |
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