| Processo: | 10/18708-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Bruno Gualano |
| Beneficiário: | Bruno Gualano |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Lúcia de Sá Pinto ; Antonio Carlos Seguro ; Clovis Artur Almeida da Silva ; Maria Concepción García Otaduy ; Rosa Maria Rodrigues Pereira |
| Assunto(s): | Reumatologia Dermatomiosite Lúpus eritematoso sistêmico Creatina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dermatomiosite | Lupus | suplementação de creatina | Reumatologia |
Resumo
A Dermatomiosite Juvenil (DMJ) e o Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil (LESJ) são doenças reumatológicas autoimunes de etiologia desconhecida. Ambas as doenças apresentam sintomas de fadiga muscular e uma forte intolerância ao esforço físico, principalmente durante o período de atividade da doença e devido ao uso crônico de glicocorticóides, quando se observa severa atrofia muscular, perda de força e função muscular, drástica diminuição nas atividades físicas diárias e, consequentemente, piora na qualidade de vida. Estudos na literatura têm demonstrado que pacientes com DMJ possuem conteúdos intramusculares de creatina (Cr) e fosforilcreatina (PCR) reduzidos, além de um significante decréscimo no potencial oxidativo e na capacidade total de oxidação. Entre as estratégias nutricionais mais efetivas na promoção de energia, força e potência muscular destaca-se a suplementação de Cr, caracterizada pelo rápido fornecimento energético durante a contração muscular, aumento nas concentrações de Cr intramuscular, consequentemente, da massa magra e da síntese de proteínas contráteis. Desta forma, este estudo visa estudar a eficácia e a segurança da suplementação de Cr em 30 crianças com DM de início juvenil e 30 crianças com lúpus eritematoso sistêmico de início juvenil. Os sujeitos serão divididos aleatoriamente em dois grupos: i) Placebo (PL) ii) Creatina (Cr) ao longo de 3 meses. A metodologia empregada incluirá avaliação clinica da doença por meio de questionários específicos da doença; antropometria dos pacientes e densidade mineral óssea por meio de densitometria de dupla emissão com fonte de raios-X (DXA); testes de capacidade física; exames laboratoriais para analise de função renal e dano muscular e, por fim, quantificação intramuscular de fosforilcreatina por meio de espectroscopia de fósforo por ressonância magnética. (AU)
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