| Processo: | 10/19557-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Fernando de Faria Franco |
| Beneficiário: | Fernando de Faria Franco |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Sorocaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Sorocaba |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/16120-5 - "Isolamento e variação espaçador intergenico plastidial trnS-trnG de Cereus bicolor (Família Cactaceae; Tribo Cereeae)",
BP.TT 11/20408-9 - Isolamento de sequências de DNA plastidial de Cereus fernambucensis, BP.TT |
| Assunto(s): | Filogeografia Genoma de plastídios Cactus Cactaceae |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cactos | Cereus fernambucensis | DNA plastidial | Filogeografia | Genética de populações | Filogeografia |
Resumo
A espécie Cereus fernambucensis (Família Cactaceae; Tribo Cereeae) é endêmica do Domínio da Mata Atlântica e possui ampla distribuição geográfica ao longo da região costeira do Brasil. Existem duas subespécies descritas para C. fernambucencis, que estão atualmente em alopatria, sendo elas: C. fernambucensis fernambucensis e C. fernambucensis sericifer. As populações da primeira ocorrem em áreas de restinga desde o Rio Grande do Norte até o sul do estado de São Paulo, enquanto as populações da segunda ocorrem em afloramentos rochosos encontrados nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo e no sul de Minas Gerais. No presente projeto pretende-se entender a estrutura populacional e história filogeográfica da espécie C. fernambucensis através da análise sequências de dois espaçadores intergênicos do DNA do cloroplasto. Os dados gerados poderão contribuir para: 1) o entendimento da história evolutiva de C. fernambucensis; 2) a proposição de estratégias de conservação para C. fernambucensis, como por exemplo, através da descrição de Unidades Significativamente Evolutivas para a mesma; 3) o debate sobre as diferentes hipóteses para explicar a alta taxa de endemismo encontrado na Mata Atlântica; 4) o debate sobre os efeitos causais das flutuações climáticas do Quaternário sobre a distribuição geográfica dos táxons neotropicais. (AU)
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