| Processo: | 10/50669-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Marcus Lira Brandão |
| Beneficiário: | Amanda Ribeiro de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/00041-3 - Neurobiologia do estresse: a interface sensório-motora, AP.TEM |
| Assunto(s): | Dopamina Condicionamento do medo Corticosterona Microdiálise |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Basolateral Da Amigdala | Corticosterona | Dopamina | Eixo Hpa | Medo Condicionado | Microdialise |
Resumo O condicionamento aversivo é um dos paradigmas mais utilizados para estudo das bases biológicas da memória emocional. A dopamina é um dos principais neuromoduladores envolvidos nestes processos. Um conjunto crescente de evidências dá suporte à hipótese de que a via mesocorticolímbica é particularmente sensível à estimulação aversiva. Entre as regiões inervadas por esta via, o complexo basolateral da amígdala (BLA) é um componente essencial dos circuitos neurais do medo condicionado. Projeções dopaminérgicas para o BLA, embora mais comumente associadas com os efeitos reforçadores de diversos estímulos, são também requeridas no condicionamento aversivo. Paralelamente, a ativação do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) tem sido considerada parte importante da reação ao estresse, podendo ser provocada por estímulos aversivos condicionados. Diversos estudos mostram relações recíprocas entre a atividade dopaminérgica e a ativação do eixo HPA, sendo que neurônios dopaminérgicos na amígdala apresentam moderada densidade de receptores corticosteróides. Assim, a atividade dopaminérgica no BLA e a ativação do eixo HPA podem se associar para a produção de estados aversivos. No presente estudo, utilizaremos uma abordagem comportamental, farmacológica, neuroquímica e neuroendócrina para avaliar em que medida as interações entre a neurotransmissão dopaminérgica no BLA e a atividade do eixo HPA são determinantes na expressão do medo condicionado. Para isto, os mecanismos neurais mediados pela dopamina ou por corticosteróides serão manipulados farmacologicamente em ratos submetidos a procedimento de medo condicionado utilizado rotineiramente no laboratório. Os parâmetros monitorados incluirão o congelamento condicionado, os níveis extracelulares de dopamina no BLA e os níveis plasmáticos de corticosterona. (AU) | |
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