| Processo: | 11/02738-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Salgado Basso |
| Beneficiário: | Leandro Pires Araujo |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 08/58564-9 - Estudo da modulação da resposta imune adaptativa pelo sistema nervoso simpático: ênfase em autoimunidade, células Th17 e células T reguladoras Foxp3+, AP.JP |
| Assunto(s): | Autoimunidade Sistema nervoso simpático Encefalomielite autoimune experimental |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autoimunidade | encefalomielite autoimune experimental | Sistema Nervoso Simpático | Imunologia |
Resumo O conceito de que os sistemas nervoso e imune interagem de maneira estreita já é bem estabelecido. No entanto, essa abordagem ainda é pouco empregada quando são delineados projetos que buscam entender os eventos envolvidos na geração e regulação de respostas imunes adaptativas e a ocorrência de doenças autoimunes. Uma das vias pelas quais os sistemas imune e nervoso interagem é constituída pelo sistema nervoso simpático (SNS). Assim sendo, sabe-se que órgãos linfóides tais como timo, baço e linfonodos recebem intensa inervação simpática, ou seja, fibras nervosas que utilizam como principais mediadores de suas ações catecolaminas (noradrenalina e dopamina) e neuropeptídeo Y (NPY). A anatomia da inervação simpática no baço e em linfonodos sugere que processos tais como apresentação antigênica, ativação e diferenciação de células T podem ser influenciados pelo SNS. Ademais, células dendríticas e células T CD4+ expressam receptores para catecolaminas e para NPY, o que as habilita a receber sinais oriundos da atividade do SNS. A influência exercida pelo SNS no desenvolvimento de respostas imunes adaptativas parece ter grande relevância biológica já que estudos demonstraram que a denervação química de fibras do SNS leva à alteração do curso da doença em modelos experimentais de autoimunidade tais como artrite e lupus. No entanto, muito pouco se sabe a respeito de como o SNS modula o curso das respostas imunes. Deste modo, este projeto tem como objetivo estudar o modo pelo qual o SNS, ou seja, as catecolaminas e o NPY, modulam o desenvolvimento da encefalomielite autoimune experimental e a resposta imune adaptativa envolvida na fisiopatologia da doença. | |
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