| Processo: | 14/24156-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Salgado Basso |
| Beneficiário: | Alexandre Salgado Basso |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Autoimunidade Sistema nervoso simpático Encefalomielite autoimune experimental |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autoimunidade | Eae | Sistema Nervoso Simpático | neuroimunologia, neuroimunomodulação |
Resumo
Apesar de já bem estabelecido, o conceito de que os sistemas nervoso e imune interagem de maneira estreita ainda é pouco empregado quando são delineados projetos que buscam entender os eventos envolvidos na geração e regulação de respostas imunes adaptativas e a ocorrência de doenças autoimunes. Uma das vias pelas quais os sistemas imune e nervoso interagem é constituída pelo sistema nervoso simpático (SNS). Assim sendo, sabe-se que órgãos linfóides tais como timo, baço e linfonodos recebem intensa inervação simpática, ou seja, fibras nervosas que utilizam como principais mediadores de suas ações catecolaminas (noradrenalina e dopamina) e neuropeptídeo Y (NPY). A anatomia da inervação simpática no baço e em linfonodos sugere que processos tais como apresentação antigênica, ativação e diferenciação de células T podem ser influenciados pelo SNS. Ademais, células dendríticas e células T CD4+ expressam receptores para catecolaminas e para NPY, o que as habilita a receber sinais oriundos da atividade do SNS. No entanto, ainda se sabe muito pouco a respeito de como o SNS modula o curso das respostas imunes. A modulação de respostas imunes adaptativas pelo SNS poderia ter relevância biológica a ponto de influenciar o desenvolvimento ou o curso de doenças autoimunes? Perguntas como essa ainda carecem de respostas mais claras e bem fundamentadas. Este projeto tem como objetivo principal utilizar animais deficientes em receptores alfa2a/c adrenérgicos, os quais sabidamente se caracterizam por uma hiperatividade do SNS, para estudar a influência do SNS no desenvolvimento da encefalomielite autoimune experimental (EAE) e na geração da resposta imune adaptativa envolvida nesta doença autoimune. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |