| Processo: | 11/17568-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Carvalho Goulart |
| Beneficiário: | Alessandra Carvalho Goulart |
| Instituição Sede: | Hospital Universitário (HU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Alessandra Fernandes Baccaro ; Alexandre da Costa Pereira ; Andre Russowsky Brunoni ; Isabela Judith Martins Bensenor ; Paulo Andrade Lotufo ; Roberta Ferreira de Mello |
| Assunto(s): | Neurologia Acidente vascular cerebral Fatores de risco Epidemiologia Letalidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acidente Vascular Cerebral | Epidemiologia | Fatores de Risco | Letalidade | Neurologia |
Resumo
O acidente vascular cerebral (AVC) é um problema de saúde mundial e principal causa de incapacidade e mortalidade em adultos, principalmente em paises em desenvolvimento, como o Brasil. Essa proposta visa, portanto, estudar a epidemiologia do AVC em uma população de baixo nível sócio-econômico através dos participantes do Estudo EMMA (Estudo da Mortalidade e Morbidade do AVC) no Distrito do Butantã na cidade de São Paulo, com base na estratégia de vigilância proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Metodologia: as características de base desse projeto de vigilância epidemiológica do AVC compreendem registros de base hospitalar de eventos fatais e não fatais (STEP 1). Além disso, todos os casos de acidente vascular cerebral que forem incluídos no Estudo serão seguidos até dois anos para verificação do impacto dos fatores de risco na letalidade precoce e a longo prazo e influência na sobrevida de acordo com os subtipos principais de AVC (hemorrágico e isquêmico). Resultados esperados: determinar as características do atendimento de urgência e emergência para possibilitar a orientação adequada dos serviços pré-hospitalares e das unidades isoladas de pronto-socorro existente na cidade; determinar a distribuição do evento por hora, dia da semana, mês e estação do ano para possibilitar o planejamento da assistência médica na rede hospitalar; avaliar o impacto dos fatores de risco cerebrovasculares associados ,estimar taxas de óbitos intra-hospitalar pós-alta hospitalar; determinar a taxa de letalidade e o grau de incapacidade por subtipo de doença cerebrovascular de acordo com faixa etária e sexo num seguimento prospectivo de até dois anos. (AU)
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