| Processo: | 15/17321-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Carvalho Goulart |
| Beneficiário: | Alessandra Carvalho Goulart |
| Instituição Sede: | Hospital Universitário (HU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Adriana Bastos Conforto ; Alessandra Fernandes Baccaro ; Andre Russowsky Brunoni ; Claudia da Costa Leite ; Geraldo Busatto Filho ; Isabela Judith Martins Bensenor ; Itamar de Souza Santos ; Paulo Andrade Lotufo ; Wang Yuan Pang |
| Assunto(s): | Acidente vascular cerebral Estudos longitudinais Biomarcadores Depressão Neuropsiquiatria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acidente Vascular Cerebral | biomarcadores | depressão | Estudo longitudinal | Neuroimagens | prejuízo cognitivo | neuropsiquiatria |
Resumo
Dados estatísticos recentes revelam o acidente vascular cerebral (AVC) como o responsável por cerca de 5,7 milhões de mortes, das quais 87% foram reportadas em países com baixo e médio nível socioeconômico. No Brasil, o AVC em associação à hipertensão foi responsável pela ocorrência de 52 mil mortes em 2012, sendo classificada como a terceira causa de mortalidade no país. Estatísticas nacionais recentes reportam um risco de morte por AVC duas vezes maior em áreas com baixo nível socioeconômico (SES) comparativamente às áreas com maior SES na cidade de São Paulo. Apesar do impacto da doença cerebrovascular como um importante problema de saúde pública, poucos recursos têm sido direcionados em estratégias para controle dos fatores de risco, sistematização das redes públicas de atendimento médico, e principalmente de reabilitação e suporte dos pacientes acometidos pelo AVC. Além das limitações físico-motoras, o paciente no pós-AVC, frequentemente pode desenvolver alterações neuropsicológicas compatíveis com sintomas depressivos e prejuízo cognitivo que podem evoluir para depressão grave e demência. Estima-se que a depressão pós-AVC possa ocorrer em torno de 30-50% dos casos, e geralmente está associada a uma piora do estado cognitivo, prejuízo da recuperação da função motora e aumento da mortalidade. Além do prejuízo da doença primária, a depressão pós-AVC também está associada a uma deterioração da qualidade de vida. Portanto, elaboramos uma proposta, que visa uma avaliação estendida em uma sub-amostra da coorte prospectiva EMMA (Estudo de Mortalidade e Morbidade do Acidente Vascular Cerebral), que prevê o acompanhamento evolutivo da depressão e prejuízo na função cognitiva pós-AVC, e o valor prognóstico da neuroimagem e biomarcadores relacionados à lesão vascular na sobrevida a longo prazo. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |