| Processo: | 11/23278-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Irene da Silva Soares |
| Beneficiário: | Mariana Vilela Rocha |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/01487-0 - Análise funcional de anticorpos murinos gerados pela imunização com uma proteína recombinante quimérica baseada em antígenos imunodominantes de Plasmodium vivax, BE.EP.IC |
| Assunto(s): | Protozoologia Vacinas sintéticas Proteínas recombinantes Resposta imune Purificação Plasmodium vivax Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | malária | Plasmodium vivax | Vacinas recombinantes | Malaria humana |
Resumo O Plasmodium vivax a espécie com maior distribuição geográfica no mundo e a mais prevalente nas Américas. O desenvolvimento de uma vacina contra o P. vivax é considerado prioridade para a erradicação da malária no mundo. Ao contrário do Plasmodium falciparum, atualmente não há nenhuma vacina contra o P. vivax em fase de testes clínicos avançados sendo feito no homem. É nossa hipótese que uma formulação vacinal eficaz para a indução de resposta imune protetora contra o P. vivax deverá conter regiões imunodominantes de dois ou mais antígenos do parasita. Portanto, o nosso objetivo neste projeto é gerar duas proteínas recombinantes quiméricas baseadas em domínios selecionados das proteínas Antígeno 1 de Membrana Apical (AMA-1) e região C-terminal da Proteína 1 da Superfície do Merozoíta (MSP-1), os quais foram caracterizados previamente pelo nosso grupo como altamente imunogênicos em infecções naturais e em camundongos imunizados. Ambas as proteínas serão expressas na levedura Pichia pastoris a partir de genes sintéticos com códons optimizados. Em seguida, estabeleceremos as condições de purificação das mesmas. Caso tenhamos êxito na obtenção das proteínas quiméricas, estas serão utilizadas para imunizações pré-clínicas em camundongos. A análise da resposta imune induzida em camundongos será realizada pela detecção de anticorpos IgG por ELISA. Isso nos permitirá testar a hipótese se, de fato, o uso de dois antígenos fusionados pode ser vantajoso para potencializar a resposta de anticorpos.(AU) | |
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