| Processo: | 12/02349-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Rodrigues de Carvalho |
| Beneficiário: | Marcelo Rodrigues de Carvalho |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Leandro Yokota |
| Assunto(s): | Gymnuridae Morfologia animal Raias Análise multivariada |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análise multivariada | Conservação | elasmobrânquios | raia | Sistematica | Taxonomia | Elasmorânquios |
Resumo
As raias da família Gymnuridae são marinhas, demersais e costeiras de distribuição global em três grandes regiões geográficas: Índico e Indo-Pacífico, Pacífico Leste e Atlântico (incluindo o Mar Mediterrâneo). Embora as raias-borboleta sejam facilmente distinguidas de outros batóideos, seus representantes apresentam grande similaridade morfológica e, ao mesmo tempo, consideráveis variações intraespecíficas, o que tem conduzido a certa confusão taxonômica em nível genérico e específico dentro da família. Atualmente a família é representada por dois gêneros e entre 10 e 13 espécies validas (de cerca de 25 espécies nominais disponíveis), contudo a validade do gênero Aetoplatea é questionada. No geral as espécies apresentam apenas descrições breves e superficiais, e incertezas taxonômicas na identificação e distinção destas são comuns. Existem espécies de validade questionada, e provavelmente, populações que vem sendo tratadas como a mesma espécie mas que na verdade podem ser unidades taxonômicas distintas, bem como populações tidas como unidades taxonômicas distintas que podem se tratar da mesma espécie. O presente estudo visa a revisão taxonômica da família Gymnuridae, através de técnicas de análise multivariada e técnicas investigativas morfológicas (análise de características morfométricas, merísticas e de morfologia comparada do esqueleto, sistema látero-sensorial e musculatura), considerando exemplares representantes das diferentes espécies e provenientes de diferentes regiões geográficas dentro de suas supostas áreas de distribuição. A incerteza em relação ao status taxonômico das espécies limita o desenvolvimento da pesquisa básica que subsidia o gerenciamento das populações e a tomada de medidas de conservação, o que se torna agravante visto a peculiar vulnerabilidade dos representantes da família às pescarias costeiras. (AU)
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