| Processo: | 12/02514-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética |
| Pesquisador responsável: | Nilson Antonio de Assunção |
| Beneficiário: | Nilson Antonio de Assunção |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Diadema |
| Assunto(s): | Proteínas Acetilação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acetilação de proteínas | Biacetil | Espectrometria de massas | Estresse oxidativo | metabolismo | química de proteínas |
Resumo
Este projeto visa utilizar ferramentas bioanalíticas no estudo da acetilação de proteínas via mecanismo radicalar. O ânion superóxido, gerado no estresse oxidativo, reage com o óxido nítrico produzindo o peroxinitrito, que combinado com o diacetil origina espécies radicalares capazes de acetilar as proteínas e as bases nitrogenadas, cujo mecanismo foi demonstrado em um estudo in vitro. A exposição ao diacetil é associada a diversos tipos de doenças, principalmente as pulmonares. A acetilação radicalar não controlada pode provocar a alteração da função das proteínas e erros no processamento da informação genética, ocasionando doenças e mutações. O propósito do trabalho é verificar se a reação peroxinitrito/diacetil produz a acetilação via radicalar in vivo e, posteriormente, avaliar como essas alterações influem na expressão proteômica no tecido pulmonar de ratos Wistar. Os animais serão divididos nos seguintes grupos: i) controle que receberá o veículo, ii) somente peroxinitrito; iii) diacetil marcado com 13C; iv) peroxinitrito e diacetil marcado 13C. Os metabólitos e as proteínas de cada grupo serão analisados por eletroforese capilar, eletroforese em gel bidimensional, cromatografia líquida, western blot e espectrometria de massas para a separação e identificação das proteínas e das posições das acetilações. Esperamos contribuir para responder algumas questões biologicamente relevantes propondo um mecanismo não enzimático para a acetilação de proteínas e relacionando-o com a expressão proteômica na situação de estresse oxidativo e exposição ao diacetil. As respostas obtidas contribuirão para o entendimento dos mecanismos de acetilação não genéticos fornecendo insights para o estudo de doenças; a relação delas com a exposição ao diacetil e a necessidade de controlar o seu uso em alimentos. (AU)
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