Resumo
O melanoma é a forma mais agressiva de câncer de pele, com alta complexidade e heterogeneidade clínica e molecular, com crescente incidência no Brasil e no mundo. A identificação de mutações frequentes levou a necessidade de determinação das características moleculares de cada paciente. Estudos anteriores demonstraram que os padrões de mutações genéticas e alterações no número de cópias de DNA diferem entre os diferentes subtipos de melanoma. Sabe-se ainda que a presença de mutações nos genes BRAF/NRAS correlaciona-se tanto aos padrões das metástases como a sobrevida. Atualmente, existem poucos dados sobre as características moleculares do melanoma em pacientes brasileiros. A definição molecular e evolução clínica dos pacientes brasileiros vão permitir comparações objetivas com os resultados obtidos em outros países. Já se sabe que pacientes metastáticos de populações diferentes podem apresentar curso clínico distinto, e que mutações em oncogenes podem ter freqüências diferentes entre pacientes de diferentes regiões/etnias. No entanto, sabe-se pouco sobre a prevalência e significado prognóstico das alterações genéticas em pacientes com melanoma em diferentes partes do mundo. A hipótese central deste estudo é que os subtipos histopatológicos dos melanomas do Brasil e os Estados Unidos têm diferentes características moleculares, e que tais diferenças se relacionam a diferentes resultados clínicos. Já a confecção de culturas celulares gerará uma plataforma que permitirá o estudo de aspectos genéticos e biológicos destes tumores, incluindo testes farmacológicos com drogas antineoplásicas com linhagens celulares de tumores locais (brasileiras), em um cenário mais realista. (AU)
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