| Processo: | 12/07007-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Luciano Freitas Felicio |
| Beneficiário: | Thiago Berti Kirsten |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/51886-3 - Neuroimunomodulação: fármacos, estresse e citocinas nas relações entre os sistemas nervoso, endócrino e imune, AP.TEM |
| Assunto(s): | Gravidez Lipopolissacarídeos Neuroimunomodulação Transtornos mentais Comportamento animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Comportamento animal | gestação | Lipopolissacarídeo | neuroimunomodulação | sistema dopaminérgico | Transtornos mentais | Aspectos neuroimunomodulatórios da reprodução |
Resumo A ativação imune materna no período gestacional tem sido associada a desordens neuropsiquiátricas. Durante o mestrado e o doutorado apoiados pela FAPESP, foi proposto que a exposição ao lipopolissacarídeo (LPS), que mimetiza uma infecção bacteriana (100 ug/kg, i.p., no dia 9,5 da gestação de ratas) seria um modelo experimental de autismo; esta proposta foi baseada em achados em ratos, similares àqueles encontrados em pacientes autistas, que incluem deficiências sociais, na comunicação e na cognição, além de comportamentos repetitivos e da maior prevalência nos machos. Mais ainda, o modelo também revelou ocorrência de redução de tirosina hidroxilase (TH), de dopamina (DA) e de seus metabólitos estriatais. Neste projeto, pretende-se utilizar diferentes intervenções para possível prevenção ou tratamento dos prejuízos associados ao autismo no citado modelo. A primeira intervenção será feita durante a gestação e após a exposição ao LPS; especificamente com a administração de zinco, uma vez que a infecção leva a hipozinquemia materna e fetal, associada também a danos na prole. A segunda intervenção será feita na prole jovem que recebeu o LPS durante a gestação, através da administração da pioglitazona. Este medicamento é empregado classicamente no tratamento de diabetes, e também exerce efeito antiinflamatório, e, por isso, foi eleito como candidato para o tratamento do autismo. Para verificar o sucesso dos tratamentos, serão avaliados os parâmetros reprodutivos, a vocalização ultrassônica, o comportamento de brincar e os níveis de TH, DA e de seus metabólitos no estriado. Os estudos com o zinco e a pioglitazona são de suma importância, pois até hoje não existe nenhum procedimento considerado satisfatoriamente eficiente para prevenir ou tratar o autismo; os medicamentos testados atuam apenas em alguns aspectos comportamentais e com diversos efeitos colaterais indesejáveis. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |