| Processo: | 12/24607-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Elizabete Wenzel de Menezes |
| Beneficiário: | Elizabete Wenzel de Menezes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Bernadette Dora Gombossy de Melo Franco ; Carla Romano Taddei ; Carmen Cecilia Tadini ; Eduardo Purgatto ; Eliana Bistriche Giuntini ; Fabiana Andrea Hoffmann Sarda |
| Assunto(s): | Alimentos funcionais Prebióticos Amido Farinhas Banana verde Microbioma gastrointestinal Biologia molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | amido resistente | farinha de banana verde | Microbiota | prebióticos | Nutrição |
Resumo
A farinha de banana verde (FBV) tem sido estudada como ingrediente funcional, principalmente como fonte de carboidratos não disponíveis, sendo o amido resistente o componente mais expressivo. Estudos de fermentação da FBV in vitro têm mostrado sua alta fermentabilidade e consequente capacidade de produção de ácidos graxos de cadeia curta. Estes compostos têm sido associados a várias propriedades benéficas para a saúde intestinal, bem como efeitos sistêmicos no metabolismo de glicose e lipídios. Os ensaios clínicos de média duração (duas semanas) realizados pelo presente grupo, em voluntários saudáveis mostraram efeito positivo sobre a saciedade, resposta glicêmica e melhoria do funcionamento intestinal, indicando que a FBV possui atributos positivos para auxiliar na redução do risco de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Entretanto, pouco se sabe sobre a capacidade da FBV em estimular seletivamente o crescimento e/ou atividades de uma ou mais bactérias intestinais benéficas, associadas com a saúde e o bem-estar, ou seja uma possível ação prebiótica. Assim, o objetivo deste trabalho é avaliar o impacto da FBV, consumida por voluntários saudáveis durante seis semanas, na microbiota intestinal, através de técnicas de biologia molecular, e a interação com a melhoria no funcionamento intestinal e efeitos na fome/saciedade. (AU)
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