| Processo: | 12/50001-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia |
| Pesquisador responsável: | Carla Lima da Silva |
| Beneficiário: | Carla Lima da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Esclerose múltipla Inflamação crônica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Esclerose Multipla | Inflamacao Cronica | Modelo Murino De Eae | Resposta Imune Th1 E Th17 | Toxinas Antiflamatorias |
Resumo
Esclerose Múltipla (EM) é uma doença multifatorial complexa, autoimune e demielinizante que afeta o SNC e atinge aproximadamente 1 milhão de pessoas no mundo. Ainda que não se conheça a real etiologia da doença, as lesões do SNC são mediadas por reações imunes. Os sinais clínicos como ataxia, perda de coordenação motora e dificuldades cognitivas e tem sido extensivamente estudados usando modelos murinos de encefalomielite autoimune experimental - EAE, que é de fácil indução e padronização quanto à abordagem imunológica. Até o momento, seis compostos são aprovados por órgãos de saúde para o tratamento da EM, mas todos apresentam modesta eficácia e alguns geram preocupações de segurança e/ou reações adversas. Várias toxinas ou peptídeos isolados de venenos animais têm sido usados em estudos in vivo, e vários destes estão em testes pré-clínicos e clínicos. O veneno do peixe Thalassophryne nattereri vem sendo estudado por nosso grupo, onde uma nova família de proteínas com atividade antiinflamatória e estrutura primária única foi caracterizada e nomeada Natterinas. Através do fractonamerito do veneno, obteve-se um peptídeo denominado Tnp, que também apresenta capacidade de inibir a adesão e o rolamento dos leucócitos na microcirculação de camundongos e previne o recrutamento de leucócitos em modelos de peritonite. O objetivo do nosso trabalho é avaliar o efeito destas moléculas inéditas e antiinflamatórias isoladas do veneno de T. nattereri em um modelo de inflamação, crônica Th 1 e Th 17, a EAE. Com isso poderemos obter dados para o esclarecimento dos mecanismos de ação das Natterinas e do Tnp em distintos subtipos celulares e fases da inflamação crônica na EAE, como também poderá possibilitar o desenvolvimento de novos tratamentos para a doença. (AU)
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