| Processo: | 13/05357-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Anita Mitico Tanaka-Azevedo |
| Beneficiário: | Anita Mitico Tanaka-Azevedo |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Aparecida Sadae Tanaka ; Karen de Morais Zani ; Kathleen Fernandes Grego ; Sávio Stefanini Sant Anna |
| Assunto(s): | Bothrops jararaca Venenos de serpentes Proteínas Animais de cativeiro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bothrops jararaca | fisiologia do envenenamento | Proteinas | veneno referência | venenos | Venenos |
Resumo
O gênero Bothrops (família Viperidae) possui mais de 30 espécies e subespécies de serpentes distribuídas entre as Américas Central e do Sul. Os membros deste gênero são importantes do ponto de vista clínico, sendo responsáveis por aproximadamente 70% dos acidentes ofídicos no Brasil. O estudo dos venenos de serpentes constitui uma área da pesquisa científica e biomédica importante, principalmente em virtude de suas ações fisiopatológicas, como neurotóxicas, hemorrágicas, coagulantes e em lesões tissulares. Com relação ao veneno botrópico, de modo didático, são descritas principalmente três atividades fisiopatológicas: proteolítica, também caracterizada como inflamatória aguda, coagulante e hemorrágica. A elucidação dessas atividades é importante tanto para as pesquisas relacionadas aos venenos, como para a produção de soros antiofídicos, considerando-se que, se presentes, as variações podem resultar na produção de soros menos efetivos e em resultados inconsistentes na pesquisa científica. Neste contexto, embora haja uma busca de padronização e estabilização dos diferentes componentes dos venenos ofídicos, ainda carecem de resultados conclusivos em ambos os aspectos. É clara a necessidade da utilização de venenos de referência ao nível nacional, assim como a padronização dos métodos de ensaios das atividades biológicas dos venenos de serpentes brasileiras para assegurar uma uniformidade nos soros antiofídicos. Assim, a partir de 1987 o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e os laboratórios brasileiros produtores de Soro Antibotrópico passaram a utilizar o Veneno Botrópico de Referência Nacional, visando melhorar a precisão interlaboratorial das determinações de potência deste antiveneno. Consequentemente, o Instituto Butantan tornou-se responsável pela preparação e distribuição dos Venenos Botrópicos de Referência Nacional, tanto para o preparo dos soros antiofídicos, como para a sua utilização em pesquisa. Para o preparo dos venenos de referência são utilizadas as primeiras extrações de serpentes recém-chegadas ao Instituto Butantan. No entanto, a significativa redução do número de serpentes doadas ao Instituto tem ocasionado preocupação no preparo deste Veneno Referência Nacional. Além disso, um estudo comparativo das características destes venenos quando comparados aos venenos de serpentes nascidas em cativeiro ainda não foi estabelecido. Desta forma, considerando a importância da elucidação da composição dos venenos tanto de referência, como os obtidos de serpentes mantidas em cativeiro, este estudo pretende comparar os venenos de referência da serpente Bothrops jararaca com os das serpentes nascidas e mantidas em cativeiro no Laboratório de Herpetologia do Instituto Butantan. (AU)
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