| Processo: | 13/18921-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | João Palermo Neto |
| Beneficiário: | Adriano Zager |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/51886-3 - Neuroimunomodulação: fármacos, estresse e citocinas nas relações entre os sistemas nervoso, endócrino e imune, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/18803-8 - Efeitos do tratamento farmacológico com modafinil sobre a resposta das células T de pacientes com narcolepsia do tipo 1, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Esclerose múltipla Encefalomielite autoimune experimental Dopamina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dopamina | Esclerose Múltipla | Imunidade mediada por células | Modafinil | Neuroinflamação | Imunofarmacologia |
Resumo O Modafinil é um fármaco psicoestimulante aprovado para o tratamento de sonolência diurna excessiva, narcolepsia, trabalho em turno e apnéia obstrutiva do sono. Dentre os usos documentados mas ainda não aprovados para o Modafinil, destaca-se o potencial terapêutico sobre TDAH, depressão, dependência à cocaína, esquizofrenia, obesidade e fadiga em doenças neurodegenerativas. Diversos estudos em roedores descrevem as alterações comportamentais e neuroquímicas decorrentes do tratamento com Modafinil, principalmente através da modulação do sistema dopaminérgico e noradrenérgico. Achados recentes relataram que esse fármaco tem potencial neuroprotetor em modelos animais de neuroinflamação. No entanto, os mecanismos do efeito neuroprotetor do Modafinil, assim como o efeito desse fármaco sobre a resposta imune periférica e do SNC, ainda são desconhecidos. Dessa forma, o objetivo do presente estudo será avaliar, em camundongos, os efeitos do tratamento com modafinil sobre a imunidade periférica, neuroinflamação e desenvolvimento da Encefalomielite Autoimune Experimental (EAE), o modelo murino de Esclerose Múltipla. Especificamente, analisaremos a produção de citocinas e a fenotipagem de células da periferia in vitro e a resposta in vivo de Hipersensibilidade do tipo tardia, a resposta imune-inflamatória in vitro de células do SNC, assim como, o desenvolvimento de sintomas clínicos e a caracterização do infiltrado de células inflamatórias durante a EAE. Pretende-se, ainda, estudar o papel dos diferentes tipos celulares envolvidos no efeito do Modafinil na periferia (linfócitos vs APCs) e no SNC (astrócitos vs microglia), bem como a participação dos receptores dopaminérgicos, noradrenérgicos e colinérgicos nos fenômenos estudados, através do bloqueio farmacológico destes receptores. Assim, será possível compreender melhor e dentro de um perspectiva neuroimunológica a interação entre imunidade, dopamina e doenças neurodegenerativas, contribuindo desta forma, para possíveis alternativas terapêuticas. (AU) | |
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